Cristãos são mantidos presos injustamente

| 09/03/2017 - 00:00


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O chefe do Supremo Tribunal do Sudão denunciou as “detenções arbitrárias” do NISS (Serviço Nacional de Inteligência e Segurança), que está envolvido na prisão de vários cristãos, incluindo um líder da igreja sudanesa que ainda está preso, Hassan Taour e que foi mantido ao lado de outro cristão, Abdulmonem Abdumawla, desde dezembro de 2015.

O juiz Abdulmajid Idris disse que “o sistema de segurança não deve se sentir livre para fazer o que quiser”. Ele também criticou os longos períodos de detenção a que os cristãos foram submetidos sem um devido julgamento. Mesmo com suas críticas, os cristãos continuam na cadeia, apesar da recente libertação do cristão tcheco, Petr Jasek, que esteve na mesma prisão que eles. Leia mais na matéria Justiça sudanesa liberta o cristão Petr Jasek target=_blank>Justiça sudanesa liberta o cristão Petr Jasek.

Ele havia sido condenado à prisão perpétua (equivalente a 20 anos no Sudão), mas a justiça voltou atrás por causa das boas relações entre o Sudão e a República Tcheca. A organização em defesa aos direitos humanos Christian Solidarity Worldwide (Solidariedade Cristã Mundial) disse que o caso dos cristãos sudaneses condenados “ilustra a política do sistema do NISS que, sob o pretexto de investigar crimes de segurança nacional, tem denunciado injustamente membros de oposição política, defensores de direitos humanos e líderes de minorias religiosas”. Ore pela igreja no Sudão.

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