Dia Mundial da Oração: interceda pelos cristãos rohingya em Bangladesh

A igreja de refugiados de Mianmar precisa de encorajamento e de condições mínimas para viver

Hoje é o Dia Mundial da Oração e a Portas Abertas convida a igreja brasileira para interceder pelos cristãos da minoria rohingya. Eles são originários de Mianmar e estão refugiados em Bangladesh. Por serem seguidores de Jesus enfrentam a opressão de outras pessoas da comunidade de maioria muçulmana. Eles não têm cidadania do país onde vivem e por isso a causa deles é tratada com descaso pelas autoridades.

Em 27 de janeiro, aconteceu um ataque a alguns cristãos da minoria rohingya. O resultado da violência foram as destruições de uma igreja, 18 casas e agressão de alguns seguidores de Jesus, deixando muitos hospitalizados. Um pastor ainda está sequestrado pelos extremistas ligados ao Arakan Rohingya Salvation Army (ARSA), grupo muçulmano secular. Um dos colaboradores da Portas Abertas no país informou que os cristãos estão frustrados com as condições que eles têm vivido.

O grupo de 84 seguidores de Jesus ficou apenas com as roupas do corpo e continua em um campo de trânsito da ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados). Eles não podem sair livremente como os demais rohingya, que são muçulmanos. Por isso, sentem-se presos e sem privacidade. “O acampamento apenas lhes fornece comida e nada mais. Portanto, eles precisam compartilhar roupas e outras necessidades, pois todos perderam tudo durante o ataque”, afirma o parceiro.

Apesar das autoridades desejarem mandá-los de volta para dentro do campo de refugiados, eles temem pela segurança, mesmo que elas garantam escolta para os cristãos. Já que na ocasião dos ataques, os policiais viram o que aconteceu, mas não fizeram nada para ajudar. O resultado disso é o medo de praticar a fé abertamente e manter a paz entre os cristãos.  

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