Justiça egípcia não funciona para cristãos

Portas Abertas • 24 jan 2017


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Foto ilustrativa

As autoridades egípcias anularam as acusações contra três homens que despiram publicamente uma mulher de 70 anos, após rumores de que seu filho tinha um caso com uma mulher muçulmana. As autoridades citaram a “falta de provas”, apesar de um pedido público de desculpas do próprio presidente do Egito e das informações do marido, Soad Thabet, que identificou os três homens.

Para uma mulher de cultura rural e especialmente conservadora, o trauma foi particularmente grave, e o ataque foi amplamente divulgado pela mídia. “Eu esperava que eles fossem punidos, mas a justiça humana falhou. As pessoas que me confortam dizem que Jesus também foi despido. Acho que se eles tivessem me espancado seria melhor, ainda que fosse doloroso, mas que eles jamais tivessem me deixado nua e me humilhado tanto. Vou aguardar a justiça de Deus, pois ele é maior e mais forte que essa situação que estou vivendo”, comenta a senhora cristã.

Enquanto isso, o filho de Thabet, Ashraf, que enfrenta acusações de adultério, deverá comparecer ao tribunal em breve. A senhora Fouad, esposa do homem acusado de liderar o ataque contra a família de Ashraf e humilhar sua mãe em público, negou em rede nacional que tenha tido qualquer relacionamento extraconjugal. “Mas se a lei permanecer ao lado dos agressores, nada os impedirá de nos atacar novamente”, diz Ashraf. Ore por essa família.

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