União Européia reconhece a discriminação religiosa

| 23/08/2008 - 00:00


A União Européia quer acabar com a discriminação sexual, religiosa, de idade e de deficientes físicos. A questão já está praticamente resolvida no ambiente de trabalho, mas há discriminação ao fechar um contrato de seguros, hipotecas e no aluguel de moradias, por exemplo.

Quinze por cento dos europeus têm alguma experiência pessoal com relação à discriminação baseada em idade, religião, algum tipo de deficiência física e orientação sexual. "É importante fazer algo para mudar essa situação", disse o Comissãrio Europeu, Valdimir Spidla, responsável pelo assunto dentro da União.

Valdimir Spidla lembrou que milhares de pessoas são confrontadas com discriminação em seu dia-a-dia tendo como base a raça, sexo e origem, o que é oficialmente proibido. Para o comissário, outros tipos de discriminação também devem ser proibidas. "Temos que lutar por uma igualdade de tratamento para todos".

Discriminar ficou mais difícil

Companhias de seguros, de hipotecas e hotéis não podem recusar clientes com base em religião, orientação sexual ou deficiência física. "Trata-se de um grande passo para o nosso continente", disse a parlamentar européia do Partido Verde, Kathalijne Buitenweg.

Escolas podem discriminar

Uma exceção são as escolas. Elas podem discriminar. Uma escola católica pode recusar um aluno protestante ou outro que não vive conforme as regras de sua religião, por exemplo, um homossexual. Para Carlota Besozzi isso é " inaceitável".

Também não existe a obrigatoriedade de reconhecer o casamento homossexual. A União Européia tem 27 países membros e uma regra só entra em vigor a partir do momento em que todos os Estados membros estejam de comum acordo.


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