Escola cristã é vítima de violência no Paquistão

| 14/10/2008 - 00:00


Uma escola católica de garotas localizada em Sangota, na Província da Fronteira Noroeste, foi bombardeada por talibãs paquistaneses.

A Escola para Meninas, do convento de Sangota, foi bombardeada por talibãs da região. O prédio da escola foi destruído, segundo a Comissão Nacional pela Justiça e Paz da Igreja Católica (NCJP, sigla em inglês). Ninguém morreu porque a escola, dirigida pelas irmãs carmelitas apostólicas cingalesas, foi fechada a tempo. As irmãs já haviam desocupado o convento.

Nos últimos dois anos mais de 150 escolas femininas foram atacadas na província noroeste da fronteira por talibãs paquistaneses, relatou o NCJP. Ameaças de bombas são freqüentes nas grandes cidades paquistanesas, como Islamabad, a capital, e Lahore.

No dia 8 de outubro, três bombas foram detonadas em um shopping, na área de frutas em Ghari Shau, Lahore.

Um informante do grupo CSW no Paquistão tem descrito a situação geral como se fosse uma “zona de guerra”. Cecil Chaudhry, oficial da Força Aérea Real e secretário executivo da Aliança Geral das Minoritárias do Paquistão, relatou: “Esses ataques são absolutamente sem sentido, visando apenas espalhar medo e terror nos corações e mentes das pessoas. As vítimas são pessoas comuns, muitas de lugares pobres. Nós apelamos para que a comunidade internacional dê apoio ao povo do Paquistão neste momento”.

Alexa Papadouris, diretora de defesa da CSW, afirmou: “Nós nos preocupamos profundamente com a atual insegurança e violência no Paquistão. Queremos oferecer nossas sinceras condolências às vítimas do terrorismo. Persuadimos a sociedade internacional para acompanharem a extrema e séria crise no Paquistão, e para trabalhar com o novo governo do país para que, desta forma, acabem com terrorismo neste país”.


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