Igreja paquistanesa sofre com perseguição

| 30/09/2010 - 00:00


Em 03 de setembro, no leste do Paquistão, na colônia cristã de Mohalla Kalupura, em Gujrat, distrito de Punjab, Tariq Gill foi inocentado das acusações de blasfêmia.

Muçulmanos fundamentalistas indignados atacaram a colônia mais de dez vezes, desde então, sendo que o último, dia 23 de setembro, foi o mais violento, cerca de 40 muçulmanos (incluindo vários MPs) armados com pistolas, machados e paus.

A mãe de Gill foi despida e arrastada nua pelas ruas. Os feridos foram hospitalizados. Um bispo local e vários pastores foram ameaçados de morte.

Já do oeste do Paquistão, na manhã de domingo de 12 de setembro, uma bomba explodiu na entrada da Igreja Luterana de São Paulo em Mardan, Khyber-Pakhtunkhwa (ex-província da fronteira noroeste). Essa igreja pertence à Igreja do Paquistão e é uma união protestante.

Apesar de dois cristãos feridos no incidente, a situação teria sido muito pior caso o temporizador da bomba tivesse sido programado para um pouco mais tarde. Os moradores viram o bombardeio como um ato de intimidação que visa subjugar ou expulsar a minoria cristã.

Por favor, orem para a Igreja sitiada no Paquistão.


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