Líderes cristãos são libertados de campos de trabalho forçado

| 14/09/2011 - 00:00


Depois de dois anos, cinco líderes de igrejas domésticas foram libertados dos campos de trabalho forçado, de acordo com a Voz dos Mártires. Os líderes foram presos em 2009, quando mais de 400 policiais locais e especiais atacaram uma igreja na China.

Dezenas de pessoas foram hospitalizadas e cinco outros líderes foram condenados a sete anos de prisão. Os cinco que foram enviados a campos de trabalho forçado estão muito felizes por terem saído daquele tormento, mas agora pedem oração para que os outros cristãos também sejam libertos.

Em 1949, o presidente Mao Zedong declarou que a China seria a República da China e adotou o comunismo como um modelo sociopolítico. Logo, as autoridades procuraram um modo de limpar todos os vestígios de religião. Nos últimos anos, o padrão de vida melhorou muito nas áreas urbanas, mas nas áreas rurais tem havido pouca mudança. Isso vem causando um grande descontentamento.

A China é um país onde os direitos humanos não são respeitados pelas autoridades, possuindo mais cristãos presos ou detidos em seu território do que em qualquer outro país.

Em um esforço para livrar o país de todas as religiões antes das Olimpíadas, a China continua a trabalhar contra os cristãos e os missionários. Os policiais estão cercando as igrejas domésticas e prendendo os líderes cristãos de Pequim.

Bens materiais da igreja estão sendo confiscados e bíblias também. Cristãos têm sido perseguidos, interrogados, detidos e presos. Muito dos líderes cristãos da igreja chinesa ainda estão sob detenção.


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