Perseguição aos cristãos continua

| 29/05/2017 - 00:00


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Recentemente, o governo sudanês demoliu duas igrejas que faziam parte de uma lista onde constam 27 no total, que estão em desacordo com a lei. Segundo os governantes, desde 2014, foi introduzida na legislação uma distinção para o uso de terras no país, onde quatro categorias básicas são mencionadas: culto ou adoração, residencial, comercial e governo. Oficiais alegam que as igrejas foram construídas em locais proibidos. Alguns líderes cristãos afirmam ter construído as igrejas antes de 2014 e por isso estão se defendendo judicialmente.

""Acontece que escolas ou mesquitas nas mesmas condições não estão sendo tratadas com o mesmo rigor"", observou um dos colaboradores da Portas Abertas. Um ministro sudanês anunciou em abril de 2013 que ""nenhuma licença seria concedida para a construção de novas igrejas"". O governo insiste que ""não há necessidade de mais igrejas no país, uma vez que a população cristã diminuiu muito desde 2011"".

Por outro lado, Ján Figel, responsável por promover a liberdade de religião ou crença fora da União Europeia, alertou às autoridades sobre a importância de defender a ""Liberdade de Religião"" na Constituição e recomendou a construção de um Estado baseado na igualdade da cidadania para todos, fazendo questão de lembrar dos casos de Hassam e Abdulmonem, que tiveram o perdão presidencial através de um acordo com autoridades tchecas. O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, é acusado pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) por crimes contra a humanidade.

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