Perseguida pela família do marido

Rita orou e teve força para suportar a perseguição em silêncio

| 03/12/2021 - 08:00

Rita encontrou força na oração

Rita encontrou força na oração


Rita Khadka* perdeu o marido, Raj*, para a COVID-19. Ele servia como pastor assistente em uma igreja local, no Nepal, e trabalhava para outra organização para sustentar sua família. Quando morreu, deixou Rita e dois filhos.

Criada em uma família hindu, Rita conheceu Jesus depois que seu pai entregou a vida para o Senhor e foi curado da hanseníase. Ela percebeu que o pai andava com um livro que nunca tinha visto e o lia todos os dias, então ficou curiosa e descobriu que era uma Bíblia. Rita começou a ler a Bíblia também. Ao ler João 14.6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim”, o versículo a fez pensar muito e a partir disso entregou a vida a Jesus. Ela diz que sentiu uma paz que nunca havia sentido antes.

Quando Rita se casou com Raj, ele era cristão, mas a família dele não. A princípio, a família aceitou o casamento, mas depois passou a perseguir Rita e, com o passar do tempo, a perseguição aumentou. O sogro dizia que Rita incentivou Raj a ser cristão e tentou bater nela diversas vezes, mas foi impedido por Raj.

A família de Raj proibiu que Rita entrasse na cozinha e ela só podia se alimentar com uma pequena quantidade de comida que davam a ela. Ela trabalhava o dia inteiro e por diversas vezes dormia com fome, pois não permitiam que ela comesse mais do que lhe entregavam.

Apesar de se sentir magoada, ela ficava em silêncio e manteve tudo em oração. “A oração é a única coisa que podemos fazer em tais situações. Então eu orei e tive forças para suportar a perseguição”, diz Rita.

“Foi Deus quem respondeu às minhas orações e enviou vocês”

Era Raj quem encorajava Rita quando eram desprezados pela família. Depois que ele morreu, ela ficou sozinha com os filhos; e, sem a ajuda financeira dos sogros, não sabia como sustentaria as crianças.

Quando os parceiros locais da Portas Abertas souberam de sua situação, forneceram ajuda emergencial para Rita e a oportunidade de participar de um projeto de alfaiataria que a ajudaria a começar um negócio e ter renda para manter a família.

Rita agradece a ajuda e diz que agora depende apenas de Deus, que é um provedor. Agora tendo uma renda, ela diz que a melhor coisa da vida é poder oferecer dízimo na igreja. “Acredito que foi Deus quem respondeu às minhas orações e enviou vocês para mim. Agradeço a Deus por responder minhas orações. A presença e orações de vocês me encorajaram. Obrigada por virem. Oro para que Deus continue abençoando seu ministério”, diz Rita.

Existem diversas formas de apoiar a Igreja Perseguida. Transforme histórias como a de Rita. Doe e seja um parceiro da Portas Abertas. 

*Nomes alterados por segurança.


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