Cristãos são vistos como cidadãos de segunda classe no Níger

Quando alguém decide seguir Jesus, é abandonado por parentes e vizinhos muçulmanos

| 10/07/2022 - 08:00

Mariama deixou o islã para seguir Jesus e foi desamparada pela família por essa decisão

Mariama deixou o islã para seguir Jesus e foi desamparada pela família por essa decisão


Mesmo com os abundantes recursos naturais, o Níger, país do Oeste Africano, é considerado um dos países menos desenvolvidos do mundo. É difícil para a maioria dos cidadãos nigerinos conseguir manter as contas em dia.  


Os cristãos representam menos de 0,5% da população no país. Apesar de 99% dos nigerinos seguirem o islã, até pouco tempo atrás havia uma boa convivência entre cristãos e muçulmanos. Mas os extremistas religiosos se fixaram em grandes partes da fronteira do Níger e influenciaram as pessoas. Hoje, cristãos são tratados como cidadãos de segunda classe e a perseguição acontece todos os dias.
 


Pessoas que se converteram do islamismo são os principais alvos dos extremistas. Mariama é uma das cristãs de origem muçulmana que vive em um pequeno vilarejo no Níger. “Antes de aceitar o Senhor Jesus como meu salvador, eu vivia nas trevas. Eu não conhecia a graça de Deus. Quando conheci Jesus, tudo mudou, conforme a Bíblia diz”, testemunhou Mariama. Quando se converteu, ela foi marginalizada economicamente. Seus parentes muçulmanos esperavam que a pressão fizesse com que ela voltasse ao islamismo.
 


Assim que se converteu, ela enfrentou muitos desafios. Seus irmãos e parentes a abandonaram. “Eles me diziam que eu acreditava em falsos ensinos, pois não compreendiam a graça de Deus”, conta Mariama. No contexto socioeconômico do Niger, as famílias sobrevivem com poucos recursos que compartilham entre si. Quando alguém deixa o islã para seguir Jesus, os parentes e vizinhos viram as costas. Saiba o que aconteceu com Mariama e outras cristãs nigerinas na continuação desta notícia.

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Essa notícia continua) 


Ajude cristãos no Oeste Africano 


A realidade da perseguição no Oeste Africano é intensa. Além da marginalização socioeconômica, com a vivida por Mariama, igrejas foram destruídas nos ataques de extremistas. Sua
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