Grupos radicais se unem e a violência contra cristãos aumenta

| 09/11/2015 - 00:00


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O Estado Islâmico (EI) está conquistando cada vez mais adeptos e apoiadores na África. Um comandante da facção Al-Shabaab, que significa ""Movimento do Jovem Guerreiro"", declarou atualmente: ""Nós, os mujahideen da Somália, declaramos fidelidade ao califa Ibrahim Ibn al-Awad"".

O termo ""mujahideen"" está no plural árabe e quer dizer ""guerreiros santos"" e o califa citado é mais conhecido pelo nome de guerra ""Abu Bakr al-Baghdadi"", líder do EI e autoproclamado califa do mundo mulçumano, listado pela polícia federal como um terrorista internacional. O comandante que declara fidelidade ao califa tem crenças apocalípticas e ambição de ser um grande governante.

Muitos jihadistas africanos estão fazendo o mesmo e declarando a entrega dos territórios que controlam como províncias do EI, o que alarga sua esfera de influência no continente. Isso tem sido cada vez mais frequente, desde o Al-Qaeda, em 2012.

As promessas de fidelidade ao EI pode indicar duas coisas: primeiro uma confusão e contradição entre os líderes sobre as estratégias e formação de alianças. E, segundo, isso pode levar a uma situação em que as facções se virem umas contra as outras. Mas enquanto isso, a violência contra os cristãos, principal alvo destes grupos, só aumenta.


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