Mãe e filha são expulsas de vilarejo no Vietnã
Publicado em 07 nov 2022

A cristã Hoa* pertence à etnia hmong e vive no Noroeste do Vietnã. Ela cuida sozinha de uma filha de três anos. Há dois meses, ela reconheceu Jesus como senhor e salvador por meio do testemunho de uma amiga que foi visitá-la. Quando os vizinhos descobriram a conversão, a ameaçaram e a vida na tribo tornou-se perigosa para Hoa e a filha.
Poucos dias depois da ameaça, os vizinhos deram um ultimato. Hoa teria que negar a Jesus e continuar na tribo ou continuar sendo cristã e ser expulsa do vilarejo. Com muita coragem, Hoa escolheu deixar a tribo e disse: “Seguirei o Senhor Jesus que perdoou meus pecados. Eu aceito o preço exigido por crer em Jesus”.
Hoa e a filha saíram do vilarejo e alugaram um pequeno cômodo em uma comunidade vizinha como abrigo temporário. Um parceiro local da Portas Abertas tem levado comida para a cristã e a filha. Apesar da ajuda, sem trabalho ou casa fixa, Hoa não sabe como sobreviverá.
“Não sei o que o futuro reserva para mim, mas sigo confiando em Deus e oro para que ele abra as portas de emprego e cuide de mim e de minha filha. Por favor, lembre-se de nós em suas orações”, concluiu a cristã.
Socorra cristãos perseguidos
Muitos irmãos na fé vivem situações semelhantes à de Hoa e a filha pequena. Crer em Jesus pode custar a alimentação, vestimentas e até mesmo o acesso às Escrituras. Sua doação permite que os cristãos perseguidos tenham as necessidades mais urgentes atendidas e saibam que não foram esquecidos pela família em Cristo.
A Redação Portas Abertas Brasil é a equipe editorial com mais de 40 anos de atuação na cobertura da perseguição aos cristãos no mundo. Publica notícias baseadas em relatos diretos de correspondentes e cristãos locais em mais de 70 países. Nosso processo editorial é baseado em verificação, contextualização e avaliação de riscos. A identidade das fontes é preservada quando há risco de segurança, sem comprometer a veracidade dos fatos.
Notícias relacionadas

400 cristãos são forçados a fugir da violência de cartéis no México

“Um dia, a polícia pode me levar, mas Deus estará comigo”








