Haiti e EUA discutem futuro de missionários presos

Portas Abertas • 10 fev 2010


Dez missionários batistas americanos foram acusados de retirar ilegalmente 33 crianças do Haiti e por isso o destino deles está em discussão pelos governos dos EUA e daquele país caribenho, conforme anunciou a secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton. A notícia foi publicada em vários sites na semana passada. As autoridades do Haiti irão decidir essa semana se processarão ou não os missionários, detidos na sexta-feira, dia 29/01. A detenção aconteceu na fronteira com a República Dominicana, quando o grupo de crianças estava em um ônibus com os missionários.  Os missionários apresentaram as crianças como sendo órfãs do terremoto.

Segundo o site da agência de notícias Reuters, a secretária americana disse que Washington mantém "discussões com o governo haitiano sobre a disposição apropriada do caso deles". Os missionários negam veementemente as acusações de tráfico infantil, e dizem que sua intenção era apenas ajudar as crianças.

Os missionários do Idaho não tinham documentos autorizando-os a retirar as crianças do país. O advogado dos missionários, que é haitiano, afirmou que seus clientes "foram vítimas de um golpe" promovido por um pastor local, que lhes contou que seu orfanato havia sido destruído e que não tinha mais como manter as 33 crianças. O site traz a declaração do advogado de defesa afirmando que os missionários americanos foram ingênuos e que não tinham idéia do que estavam fazendo. “Eles agiram de boa fé”, afirmou o advogado, Edwin Coq.

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