Número de igrejas pode diminuir no país

| 24/06/2016 - 00:00




O Quirguistão não está entre os 50 países da Classificação da Perseguição Religiosa, mas alcançou uma pontuação que o deixou na 58ª posição esse ano. Atualmente, os cristãos de lá estão preocupados com os novos projetos legislativos sobre religião, que estão sendo discutidos pela liderança do país. Fora isso, o Parlamento quirguiz votou contra um projeto de lei que não permitia às ONG’s no país de receberem financiamento estrangeiro.

Ativistas alertaram e disseram que o projeto era discriminatório e contrário aos padrões internacionais de direitos humanos. O mesmo já aconteceu na Rússia, quando Putin eliminou toda influência estrangeira no país, em 2015. Antes ainda, em 2012, o governo russo chegou a exigir que as ONG’s fossem registradas como “agentes estrangeiros”, o que os caracteriza como “espiões”. Esse tipo de posicionamento sustenta cada vez mais a ideia de um regime fechado, o que por sua vez, abre uma brecha para a perseguição religiosa no país.

Se o Quirguistão seguisse o exemplo da Rússia, as consequências seriam as mesmas: fechamentos de várias organizações, em especial as cristãs, e as que permanecessem seriam mais discriminadas e vigiadas. O fato do projeto de lei ter sido rejeitado é uma vitória para os cristãos locais. Por outro lado, de acordo com os relatórios da Portas Abertas, para haver o registro oficial de uma igreja já eram necessárias 200 assinaturas e esse número aumentou para 500, o que significa que o número de igrejas cristãs oficiais pode diminuir bastante. Ore por essa nação.

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