Tarde de Oração pela Igreja Perseguida na Nigéria

Ao orar em conjunto, cristãos são despertados à intercessão pelos irmãos perseguidos e podem ver os frutos da oração

Na tarde de ontem, 3 de setembro, aconteceu mais uma Tarde de Oração pela Igreja Perseguida na sede da Portas Abertas, em São Paulo. O tema deste mês foi a Nigéria. Os participantes foram lembrados de respostas de oração em relação às meninas sequestradas em Chibok e também desafiados a continuar intercedendo pelas que ainda são mantidas em cativeiro pelo Boko Haram.

Sabrina e Luciano Sebastián são um jovem casal da Argentina que mora há um ano e meio em São Paulo. Eles já conheciam a Portas Abertas através do site da Puertas Abiertas América Latina, mas no Brasil puderam conhecer a organização de forma mais profunda, entendendo como podem se envolver mais. Agora, eles estão no processo para serem voluntários. Sabrina diz que foi muito bom participar da Tarde de Oração e ver pessoas interessadas na perseguição aos cristãos, ver a preocupação, a compaixão e o choro. “Eu também fui muito tocada pelo que vimos no vídeo e se colocar no lugar das pessoas é primordial para poder orar”, complementa.

Luciano diz que na Tarde de Oração há a possiblidade de personalizar mais, trazendo a realidade para mais perto de nós. “O fato de ver os frutos, os resultados da oração, mudou um pouco minha visão. Saber que depois de uma Tarde de Oração muitas meninas foram libertas foi muito impactante; achei muito bacana essa experiência”, compartilha.

Quando oramos juntos, a fé é fortalecida

Sônia Bernardes, da Igreja Evangélica Congregacional do Ipiranga foi motivada pela responsabilidade de orar pela Igreja Perseguida. Ela reconhece que, quando oramos juntos, isso nos contagia à prática da oração. Apesar de já assinar a revista e acompanhar a Portas Abertas, ela acredita que a participação com outras pessoas seja muito importante. Sônia diz que quando as meninas de Chibok foram sequestradas, em 2014, a igreja dela estava em campanha de oração e oraram por elas, então se sente participante do fato de muitas delas já terem sido libertas. Ela saiu com um gostinho de quero mais e disse: “Eu gostaria de participar mais vezes”.

Elizabeth de Castro veio pela primeira vez com a amiga Sônia e diz que pretende incluir os cristãos perseguidos em sua rotina diária de oração. “Já me comprometi a doar todo mês e não consigo imaginar a situação na Coreia do Norte, por exemplo”. Ela pensava que todas as meninas de Chibok já tinham sido libertadas, mas aqui descobriu que 112 delas ainda estão em cativeiro e confessa: “Eu nunca pensei em orar pelo homem mau, mas precisamos orar para que eles também se convertam”.

Cristiane Afonso, da Igreja Batista Renovada no Parque América participou pela primeira vez da Tarde de Oração. Ela foi convidada pela sogra, que já tem um grupo de oração de Mulheres do Caminho e é parceira da Portas Abertas há anos. Por isso, ela já conhecia o ministério, mas disse que vindo pessoalmente é mais impactante. Cristiane compartilha: “Tenho certeza que vou sair daqui com mais compaixão pelos cristãos perseguidos – isso já é o início do que podemos fazer”.

O pastor Francis Carlos, da Igreja Cristã Moriá em Interlagos, já está envolvido com a Portas Abertas há mais de 16 anos e já participou da Tarde de Oração várias vezes. “Conhecendo a dor e a perseguição, nós valorizamos a liberdade que temos aqui, desenvolvendo compromisso e responsabilidade”, conclui. Acompanhe aqui as datas das próximas Tardes de Oração e participe!