Você sabe quais grupos extremistas atuam na Nigéria?

Extremistas ligados ao islã são os que mais perseguem cristãos no país

| 28/01/2022 - 08:00

A atuação do Boko Haram na Nigéria completou dez anos

A atuação do Boko Haram na Nigéria completou dez anos


Na Nigéria, os seguidores de Jesus são assassinados por causa da fé mais do que em qualquer outra nação. As mortes de cristãos na Nigéria equivalem a 79% do total nos países da Lista Mundial da Perseguição. Ataques violentos de grupos extremistas como Boko Haram, extremistas fulanis e outros extremistas ligados ao Estado Islâmico são os maiores agentes de perseguição aos cristãos no país. 

O grupo extremista Boko Haram promove uma versão do islamismo que torna proibido para muçulmanos tomar parte em qualquer atividade política ou social associada com o Ocidente. O grupo militante tem causado estragos na Nigéria, país mais populoso da África, por meio de uma onda de bombardeios, assassinatos e sequestros. Além disso, luta para derrubar o governo e criar um Estado islâmico. Em 2021, a atuação do Boko Haram na Nigéria completou dez anos.

Os extremistas fulanis vão predominantemente a vilas cristãs, no Cinturão Médio, na Nigéria, com frequência à noite, atacar pessoas inocentes, incluindo mulheres e crianças. Confrontos entre grupos diferentes de extremistas fulanis e agricultores têm matado milhares de pessoas na Nigéria nas últimas décadas. Os fulanis são o maior grupo nômade do mundo; eles se espalharam por todo o Oeste e Centro da África. Entre eles existem os extremistas que atacam vilarejos cristãos. De acordo com o Índice de Terrorismo Global, os extremistas fulanis ficam em quarto lugar na lista dos grupos militantes mais mortais do mundo, em relação a escala e intensidade dos ataques. Sendo que na Nigéria eles ocupam a segunda posição, ficando atrás apenas do Boko Haram.  

O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) surgiu no cenário internacional em 2014. Ele se tornou notório por sua brutalidade, que inclui mortes em massa, sequestros e decapitações. O grupo declarou formalmente o estabelecimento de um califado — um Estado governado de acordo com a lei islâmica (sharia) por um representante de deus na terra, ou seja, o califa. Isso exige que muçulmanos de todo o mundo jurem fidelidade ao seu líder e migrem para territórios sob seu controle. Assim como o Boko Haram, o Estado Islâmico quer eliminar a presença de cristãos na Nigéria. 

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