Continue orando por uma igreja na Líbia
Publicado em 14 set 2021

Os cristãos naLíbiapedemoração contínua pelaIgreja daUnião,nacapitalTrípoli, quedeveser despejada em breve de suas instalações atuais. Uma audiênciade apelaçãoestavamarcada parao dia26 de agosto,mas foicancelada devido à pandemia da COVID-19,e deverá acontecer nos próximos dias.A Portas Abertas noticiou sobre asituação da igreja na Líbiaque aguardava pela decisão judicial.
A Igreja da União, criada por cristãos expatriados em 1962, é uma das cinco denominações reconhecidas pelo governo. Quando as instalações alugadas anteriores foram expropriadas pelo antigo regime deKadafi, a igreja alugou um prédio do governo em terras que haviam sido expropriadas de outros. Por mais de 50 anos, aigreja—e três outras igrejas multinacionais protestantes—tem usado este edifício.
Desde 2011, um comitê do governo devolveu muitas propriedades expropriadas aos proprietários originais. Recentemente, herdeiros do proprietário original dos edifícios usados pela Igreja da União recuperaram a propriedade. Eles entraram com um processo judicial por um despejo rápido e devem ganhar.A Igreja da União tentou chegar a um acordo com os novos proprietários para continuar a alugar o prédio por um ano e depois comprá-lo. No entanto, os proprietários estão pedindo uma quantia muito acima do valor de mercado, alémdo que aIgreja da Uniãopoderia pagar.
Pedidos de oração
- Continue apresentando em oração a situação da igreja na Líbia e peça para queJesusdê sabedoria às autoridades durante a audiência judicial.
- Ore pelos cristãos no país, para que se mantenham firmes na fé e continuem adorandoaDeusmesmo diante das dificuldades.
- Peça que o Senhor transforme essa situação em bênção e os cristãos tenham um lugar apropriado para cultos e atividades.
A Redação Portas Abertas Brasil é a equipe editorial com mais de 40 anos de atuação na cobertura da perseguição aos cristãos no mundo. Publica notícias baseadas em relatos diretos de correspondentes e cristãos locais em mais de 70 países. Nosso processo editorial é baseado em verificação, contextualização e avaliação de riscos. A identidade das fontes é preservada quando há risco de segurança, sem comprometer a veracidade dos fatos.
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