Igreja cresce em meio a perseguição e comunismo

| 20/09/2011 - 00:00


No começo, a repressão contra os cristãos na China causou uma grande onda de conversão em massa. Agora, a BBC especula que uma epidemia do capitalismo dentro do país pode transformar o povo de Deus.

Muitos dos cristãos da China são jovens que estão construindo suas carreiras, achando que o mundo corporativo pode ser frio e cruel. Um jovem chinês disse que sua igreja tem sido uma alternativa positiva, pois onde trabalha há muita falta de sinceridade.

“Temos 50 jovens profissionais nesta igreja. Todos estão ocupados demais trabalhando e não têm tempo para socializar, e aí, mesmo se você se socializar, será algo que você não é”, disse uma fonte.

“Mas, nas igrejas, as pessoas se sentem aquecidas, se sentem bem acolhidas. Sentem-se realmente amadas, fortalecendo seus vínculos com a comunidade cristã, o que atrai ainda mais pessoas.”

As estatísticas do governo dizem que há cerca de 25 milhões de cristãos na China, sendo 18 milhões de protestantes e seis milhões de católicos. No entanto, as organizações independentes indicam que existem muito mais cristãos, chegando perto de 60 milhões.

Devido ao aumento do cristianismo que tem ocorrido dentro da China, o governo ainda controla fortemente os cultos dentro do país. Igrejas registradas pelo governo só podem ter reuniões dentro de casas, e as igrejas devem aderir ao slogan “ame o país, ame sua religião.”

Mas os cristãos chineses, na verdade, não podem expressar livremente suas crenças e aquilo em que acreditam.


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Uma organização cristã internacional que atua em mais de 60 países apoiando os cristãos perseguidos por sua fé em Jesus.

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