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África Subsaariana: dez motivos para orar pelos cristãos perseguidos

Conheça algumas das necessidades da região mais mortal para os seguidores de Jesus

Publicado em 10 out 2024

Cristãos deslocados na Nigéria precisam do socorro da família da fé

Por toda a África Subsaariana, os cristãos vivem sob alta pressão e correm risco de serem assassinados por grupos de extremistas islâmicos. O pastor Barnabas sobreviveu a um ataque na Nigéria, mas carrega as marcas da violência em uma das mãos e no coração, pois perdeu seu irmão e sua cunhada durante o ataque.

A realidade do líder cristão é semelhante à de milhares de seguidores de Jesus que sobreviveram à violência, mas necessitam de cura para seus traumas. “Peço suas orações, porque é isso que me sustenta”, reconhece o pastor.

O líder cristão é um dos 16,2 milhões de cristãos deslocados na África Subsaariana. Há quatro anos, ele divide uma cabana improvisada com a esposa e os filhos e luta para ter o que comer e pastorear outras pessoas deslocadas. A Portas Abertas convoca a todos os cristãos ao redor do mundo para participar da campanha global Desperta África– pelo fim da violência e início da cura na África Subsaariana.

Confira os pedidos de oração do pastor Barnabas e de outros cristãos deslocados na Nigéria e outros países da África Subsaariana.

  1. Ore por consolo às famílias que perderam entes queridos para a violência extremista. Peça encorajamento e provisão para que as viúvas consigam sustentar e cuidar de seus filhos.
  2. Clame por Mafulul, um cristão nigeriano que perdeu sua esposa em um ataque extremista. Sua experiência no centro de cuidados pós-trauma da Portas Abertas ressalta a necessidade de mais trabalhadores: “Nos poucos dias que passei aqui, estou me curando por dentro”, afirma.
  3. Após um ataque brutal na Nigéria, o pastor Elisha aprendeu a perdoar seus perseguidores após receber cuidado pós-trauma. Interceda por sustento e provisão de Deus no trabalho feito no centro pós-trauma na África Subsaariana.
  4. Em um cenário de medo e insegurança, famílias cristãs frequentemente acham difícil trabalhar em suas fazendas. Por favor, ore para que o Senhor proveja maneiras alternativas e sustentáveis para que os cristãos sustentem suas casas.
  5. Até o final de 2022, 16,2 milhões de cristãos em toda a África Subsaariana foram deslocados à força de suas casas devido a ataques e insegurança. Clame por força, provisão e esperança do Senhor a todos.
  6. Frequentemente, os campos de deslocados estão superlotados, com más condições de higiene e pouco acesso a alimentos. Ore para que os campos sejam lugares de segurança e união. Peça a Deus para proteger seu povo de doenças.
  7. Interceda para que as igrejas se multipliquem nos campos de deslocados. Peça para que mais pessoas sejam atraídas a Jesus e que Deus faça seu rio de esperança fluir por meio das igrejas.
  8. Clame para que as crianças que vivem em acampamentos cresçam na fé, consigam retornar à escola e sejam protegidas da criminalidade.
  9. Interceda pelos parceiros locais da Portas Abertas enquanto estão com os cristãos perseguidos, pois enfrentam muitos riscos. Peça a Deus para fortalecer sua fé e saúde emocional.
  10. Ore para que os líderes nacionais e outras autoridades mundiais reconheçam, abordem e ajam para conter a crise de violência na África Subsaariana.

Fale pela África Subsaariana!

Além de orar, você pode agir e assinar a petição global idealizada pela Portas Abertas. O documento, que pede por proteção, justiça e restauração da população, será entregue à União Africana, Organização das Nações Unidas (ONU) e outros órgãos internacionais, além de governos de vários países. Assine a petição agora!

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A Redação Portas Abertas Brasil é a equipe editorial com mais de 40 anos de atuação na cobertura da perseguição aos cristãos no mundo. Publica notícias baseadas em relatos diretos de correspondentes e cristãos locais em mais de 70 países. Nosso processo editorial é baseado em verificação, contextualização e avaliação de riscos. A identidade das fontes é preservada quando há risco de segurança, sem comprometer a veracidade dos fatos.