“Queremos ficar no Iraque, mas não dá mais pra viver assim”

Portas Abertas • 17 set 2014


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Quando o Estado Islâmico (EI) tomou a cidade de Mosul, em 10 de junho, a ação mais devastadora foi a segmentação de todos os grupos muçulmanos não sunitas da cidade. Isso resultou na morte massiva de pessoas, conversões forçadas e confisco de casas da minoria cristã, muçulmana xiita, yazidi e turcomana do Iraque.

Desde então, o EI tem avançado para o norte de Mosul na planície de Nínive, uma área predominantemente cristã. No total, mais de 100 mil pessoas tiveram de fugir das aldeias, das cidades de Qaraqosh e Mosul e da planície de Nínive.

Os abrigos provisórios no Curdistão estão lotados com milhares de pessoas desalojadas internamente. Os recursos limitados e a quantidade de necessitados deixam a situação, já difícil, ainda pior.

Ao mesmo tempo, surgem relatos de constantes atos de violência cometidos pelo EI e crueldades resultantes da dominação do grupo. Devido aos perigos extremos e riscos para a população local, esses relatos são geralmente de uma única fonte e não podem ser verificados.

A seguir, confira alguns casos e ore por cada um deles:

Ore por Rita Habib, cristã sequestrada pelo Estado Islâmico
Nenhuma esperança de voltar pra casa
Incidentes de perseguição persistem em Qaraqosh
Família iraquiana em constante fuga de extremistas islâmicos
Três cristãos assírios morrem de fome
“Não haverá cristãos no Iraque em dez anos”

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