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Kuwait

KW
Kuwait
  • Tipo de Perseguição: Opressão islâmica, opressão do clã, paranoia ditatorial
  • Capital: Cidade do Kuwait
  • Região: Península Arábica
  • Líder: Amir Nawaf al-Ahmad al-Jaber al-Sabah
  • Governo: Monarquia constitucional
  • Religião: Islamismo, cristianismo
  • Idioma: Árabe, inglês
  • Pontuação: 64


POPULAÇÃO
4,4 MILHÕES


POPULAÇÃO CRISTÃ
520 MIL

Como é a perseguição aos cristãos no Kuwait? 

No Kuwait, conversões do islamismo para outra religião não são oficialmente reconhecidas e é provável que isso leve a problemas legais na condição pessoal e em questões de propriedade. Cristãos ex-muçulmanos enfrentam discriminação e assédio de suas famílias e comunidade, intimidação de grupos islâmicos e até mesmo monitoramento da polícia. 

Os cristãos ex-muçulmanos expatriados experimentam os mesmos níveis de pressão que enfrentam em seu próprio país, já que muitas vezes vivem em suas próprias comunidades étnicas. Por causa das possíveis e severas consequências, é quase impossível para os convertidos revelarem a nova fé, por isso dificilmente há qualquer relato de cristãos sendo mortos ou feridos pela fé. 

Cristãos expatriados são relativamente livres para adorar, porém, encontrar um lugar de culto é difícil muitas vezes. Cristãos devem ser muito cuidadosos ao compartilhar a fé, já que o proselitismo é ilegal e eles podem ser expulsos do país. 

“A palavra de Deus é alimento aqui. As pessoas estão tão famintas pela palavra que ela simplesmente faz um caminho até elas.” 

Trabalhador cristão na Península Arábica  

O que mudou este ano? 

Pouco mudou para os cristãos no Kuwait, apesar de o país descer uma posição na Lista Mundial da Perseguição 2022. Enquanto cristãos expatriados permanecem relativamente livres para praticar a fé, cristãos ex-muçulmanos enfrentam oposição severa tanto da família quanto da comunidade, e essa hostilidade tem crescido com o passar dos anos. 

Quem persegue os cristãos no Kuwait? 

O termo “tipo de perseguição” é usado para descrever diferentes situações que causam hostilidade contra os cristãos. Os tipos de perseguição aos cristãos no Kuwait são: opressão islâmica, opressão do clã, paranoia ditatorial. 

Já as “fontes de perseguição” são os condutores/executores de hostilidades, violentas ou não violentas, contra os cristãos. Geralmente são grupos menores (radicais) dentro do grupo mais amplo de adeptos de uma determinada visão de mundo. As fontes de perseguição aos cristãos no Kuwait são: parentes, líderes religiosos não cristãos, oficias do governo, líderes de grupos étnicos, cidadãos e quadrilhas, partidos políticos

Quem é mais vulnerável à perseguição no Kuwait? 

Cristãos ex-muçulmanos são mais vulneráveis à perseguição porque a sociedade do Kuwait é altamente conservadora e deixar o islamismo é considerado uma traição a família e tribo. Em muitos casos, convertidos são excluídos de suas famílias como resultado da conversão. Cristãos expatriados com baixos níveis de habilidades provavelmente enfrentarão mais discriminação e abuso, especialmente mulheres que são empregadas domésticas. 

Como as mulheres são perseguidas no Kuwait? 

Embora haja relativamente poucas cristãs no Kuwait, muitas das empregadas domésticas estrangeiras no país são cristãs. Os maus-tratos de trabalhadores migrantes, que aumentaram ainda mais durante o lockdown da COVID-19 e incluem abuso sexual, são a maior questão. Embora não seja diretamente relacionado à fé, quase todas as mulheres cristãs migrantes que trabalham como empregadas domésticas experimentam abuso sexual. 

Enquanto isso, cristãs ex-muçulmanas encontrarão pressão severa da família para abandonar a nova fé. Elas podem ser colocadas sob prisão domiciliar, pressionadas a casar com um muçulmano, ser assediadas sexualmente, divorciadas ou até mesmo mortas. A lei também proíbe que cristãs ex-muçulmanas se casem com não muçulmanos. 

Como os homens são perseguidos no Kuwait? 

No Kuwait, os homens que se convertem ao cristianismo temem a rejeição da família imediata e extensa e as repercussões que isso tem em seu sustento. Muitas vezes, homens ou meninos cristãos são forçados a deixar a casa da família. Sem o apoio familiar, é difícil para os homens encontrar ou manter o emprego, e casar torna-se quase impossível. Os homens cristãos estão especialmente sujeitos a discriminação e hostilidades no local de trabalho. 

O que a Portas Abertas faz para ajudar os cristãos no Kuwait? 

A Portas Abertas apoia o corpo de Cristo na Península Arábica por meio de orações, recursos para distribuição de Bíblias e treinamento de pastores e cristãos. 

Como posso ajudar os cristãos perseguidos no Kuwait? 

Além de orar por eles, você pode ajudar de forma prática doando para os projetos da Portas Abertas de apoio aos cristãos perseguidos. Doando para esta campanha, sua ajuda vai para locais onde a necessidade é mais urgente. 

Pedidos de oração do Kuwait 

  • Clame por proteção para os cristãos no Kuwait.   
  • Ore para que o abuso sexual de trabalhadoras migrantes pare. Peça ao Senhor que cure todas aquelas que experimentaram isso. 
  • Peça a Deus por sabedoria e ousadia para cristãos falarem aos outros sobre Jesus. 

Um clamor pelo Kuwait 

Senhor Jesus, muitos dos seus filhos no Kuwait experimentam sofrimento. Traga cura, conforto e restauração. Proteja nossos irmãos e irmãs do mal. Que suas casas, locais de trabalho e comunidades sejam lugares seguros. Continue permitindo que cristãos se reúnam de forma segura para adorar e orar e ajude cristãos isolados a encontrarem comunhão. Dê ao seu povo sabedoria, ousadia e proteção enquanto busca oportunidades para falar de Jesus aos outros. Amém. 

Em 2011, as revoltas da Primavera Árabe inspiraram alguns protestos no Kuwait, mas com pouco efeito. No entanto, o primeiro-ministro do Kuwait, xeique Nasser al-Mohammed al-Sabah, e seu gabinete renunciaram em dezembro de 2011 devido a acusações de corrupção. 

Em outubro de 2012, o parlamento foi dissolvido mais uma vez, quando havia tensões entre as forças governamentais e a oposição, composta por facções islâmicas e tribais. A crise política continuou até 2013, quando o país realizou sua terceira rodada de eleições parlamentares no prazo de 16 meses. 

Em fevereiro de 2018, surgiu uma discussão diplomática entre Kuwait e Filipinas, depois que uma doméstica filipina foi encontrada morta em um freezer, revelando o abuso das domésticas. Como reação, o presidente filipino Duterte impôs uma proibição de viagem de migrantes filipinos para o Kuwait. Depois que os dois governos chegaram a um acordo sobre os direitos dos trabalhadores em maio de 2018, a proibição foi retirada. O abuso de trabalhadoras domésticas é um grande problema no Kuwait, mas é difícil saber em que extensão a fé cristã de um empregado aumenta a sua vulnerabilidade. 

CENÁRIO POLÍTICO E LEGAL 

O Kuwait é uma monarquia constitucional cujo chefe de Estado é Emir Sheikh al-Sabah. Foi o primeiro país árabe no Golfo a ter um parlamento eleito. Em maio de 2005, o parlamento deu às mulheres o direito de votar e se candidatarem às eleições para a Assembleia Nacional de 50 lugares. 

A organização Human Rights Watch relata que o Kuwait continua restringindo a liberdade de expressão, usando medidas na Constituição, lei de segurança nacional e outras legislações para reprimir dissidências políticas. Apesar das reformas recentes, trabalhadores imigrantes não têm proteção legal adequada e permanecem vulneráveis a abusos, trabalho forçado e deportação por infrações menores. 

De acordo com a Constituição, o islamismo é a religião do Estado e a lei islâmica (sharia) é uma importante fonte para a legislação. O governo exige instrução religiosa islâmica para todos os alunos nas escolas particulares e públicas. Ensinar o cristianismo em uma escola secundária dirigida pelo governo é proibido, até mesmo para grupos cristãos reconhecidos legalmente. No passado, um número significativo de kuwaitianos foram tolerantes com moradores não muçulmanos, porém, isso começou a mudar devido à crescente influência de grupos radicais islâmicos, que não queriam ver cristãos no país.  

Embora o grupo Estado Islâmico (EI) tenha enfraquecido militarmente, sua influência ainda é presente e desfruta de uma repercussão notável entre um número significativo de radicais sunitas. Cidadãos kuwaitianos são conhecidos por terem lutado pelo Estado Islâmico no Iraque e na Síria.  

Comparado a outros países na Península Arábica, o Kuwait geralmente se posiciona melhor em liberdades civis e de imprensa e os kuwaitianos são orgulhosos da participação ativa na política. 

O Kuwait tenta manter uma posição neutra a nível internacional e não se une à Arábia Saudita e aos Emirados Árabes Unidos no boicote ao Catar. Ele está tentando conciliar a crise do Catar, com o Emir Sheikh al-Sabah declarando, em outubro de 2019, que “não é aceitável ter uma disputa entre Estados irmãos do Conselho de Cooperação do Golfo”. 

CENÁRIO RELIGIOSO 

A sociedade do Kuwait é conservadora em que o islamismo, associado à sharia (conjunto de leis islâmicas), prescreve uma ampla gama de regras para a vida pessoal, familiar e comunitária. 

O relatório Freedom of Thought 2020 classifica o Kuwait como tendo “graves violações” e nota um declínio na liberdade de expressão desde a Primavera Árabe: “A Constituição garante liberdade de prática religiosa, embora especifique que tal prática não deve violar a moral ou ordem pública e deve trabalhar de acordo com padrões estabelecidos (Artigo 35). O governo não reconhece os bahai, budistas, hindus ou grupos sikh, que não estão inclusos nos princípios islâmicos das fés abraamicas (muçulmanos, judeus e cristãos). Ele também nega o reconhecimento de diversos grupos de cristãos. O reconhecimento do Estado com frequência leva anos para ser aprovado e não é transparente”. 

Embora o Kuwait tenha aceitado algumas das principais convenções da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre direitos humanos (por exemplo, o Pacto de Direitos Civis e Políticos de 1996 e o Pacto de 1996 sobre direitos econômicos, sociais e culturais), religiões não islâmicas enfrentam muita oposição. 

O proselitismo de muçulmanos é ilegal e inaceitável socialmente e igrejas geralmente aplicam uma autocensura para evitar isso. Criticar o islamismo ou o profeta Maomé levará a um processo público. Até mesmo sugerir que a Constituição do Kuwait deveria ter prioridade sobre o Alcorão em casos do Estado pode levar a acusações e ódio público. Durante os últimos anos, ativistas de direitos humanos e outros foram condenados por espalhar o ateísmo e o secularismo. 

Muçulmanos expatriados que se convertem ao cristianismo experimentam pressão parecida à de seus países de origem, já que sempre vivem com a própria comunidade étnica e nacional. Apesar disso, quase não há relatos de que os cristãos foram mortos, presos ou prejudicados pela fé. 

Os cristãos expatriados são relativamente livres para adorar informalmente. No entanto, os lugares existentes registrados para o culto são muito pequenos para o número de pessoas reunidas, e isso pode levar a tensões entre diferentes grupos cristãos. Obter propriedade para adoração é extremamente difícil.  

O aumento do radicalismo sunita na forma do grupo Estado Islâmico tem sido um problema não só para os cristãos na região, mas também para os líderes nacionais e a comunidade internacional.  

Em primeira instância, os cristãos têm mais a temer dos membros da sociedade conservadora do Kuwait do que da grande pressão feita pelo governo, apesar de suas regras rígidas. Existe uma clara dicotomia no país entre os kuwaitianos (por definição muçulmanos) e os muitos trabalhadores imigrantes, ainda mais se esses últimos são cristãos. Como resultado, devido ao abuso e à discriminação societária já existentes, os cristãos frequentemente exercem autocontrole por questões de segurança.  

Convertidos do islamismo para o cristianismo, principalmente aqueles com contexto kuwaitiano, enfrentam os mais altos níveis de pressão. Para convertidos do Paquistão e do Levante (Jordânia, Líbano, Territórios Palestinos, Síria, entre outros), muito depende da resposta da comunidade no entorno. Enquanto eles não criarem tumulto, têm menos a temer do governo kuwaitiano, embora empregadores decidam o fim do contrato de trabalho, o que pode resultar em deportação se não encontrarem outro emprego. Com essa comunidade de expatriados, as consequências para convertidos dependem mais das normas culturais do país de origem do que das práticas culturais do Kuwait. Para expatriados, a conversão ao cristianismo é, às vezes, mais fácil do que em seus países de origem, porque família e parentes estão distantes e a pressão social é menos rigorosa.  

CENÁRIO ECONÔMICO 

O Banco Mundial classifica o Kuwait como uma economia de alta renda com um modelo econômico totalmente dependente das exportações de petróleo e gás. O país tem uma alta taxa de alfabetização de 96,1% e apenas 2,3% da população está desempregada. O Estado do Kuwait tem uma abundância de reservas de petróleo e por isso é um país saudável. Entre os kuwaitianos, a pobreza absoluta não existe. Entretanto, a riqueza é distribuída de forma bem irregular. 

Os altos preços do petróleo levaram a um crescimento econômico significativo, até que a crise financeira global começou em 2008 e afetou o desempenho econômico do país. O Kuwait continua sendo um país relativamente rico. 

A população migrante trabalhadora do Kuwait é maior do que a população nativa. De acordo com o Departamento de Estado dos Estados Unidos, existem 1,4 milhão de cidadãos originalmente kuwaitianos e 3,3 milhões de estrangeiros residentes no país.  

CENÁRIO SOCIOCULTURAL 

A sociedade continua conservadora, muçulmana e tribal, produzindo assim um ambiente mais hostil aos cristãos, especialmente ex-muçulmanos. Segundo o relatório Freedom of Thought, mulheres enfrentam discriminação na lei e na prática. Não há leis contra violência doméstica ou violência conjugal. De acordo com a lei, homens de qualquer religião transmitem a nacionalidade para os filhos. Uma mulher do Kuwait pede a permissão do pai para se casar. Um homem muçulmano pode se casar com mulheres muçulmanas, judias ou cristãs. Uma mulher muçulmana pode se casar apenas com um homem muçulmano, de acordo com a lei islâmica. A criança deve ser criada na fé do pai e a lei islâmica é aplicada nas disputas conjugais. 

O Oriente Médio e a região do Golfo tornaram-se mais imprevisíveis do que nunca. Embora a sociedade do Kuwait seja islâmica conservadora, há influências liberais surgindo. A natureza conservadora da sociedade tem produzido um ambiente que é basicamente hostil aos cristãos. O governo por certo permitirá que isso continue, desde que não se sinta desafiado na administração do poder, para apaziguar os grupos islâmicos radicais na sociedade.  

O Kuwait é um país muito pequeno com a capital sendo o centro de todas as atividades. Os riscos que os cristãos enfrentam — especialmente ex-muçulmanos — dependem de a que tipo de comunidade pertence, além de em qual região geográfica vive. Convertidos locais enfrentam os riscos mais altos, já que os kuwaitianos são conservadores e os vínculos familiares são fortes. Cristãos ocidentais expatriados são, com frequência, mais livres para praticar suas crenças, desde que evitem o proselitismo. Cristãos não ocidentais com baixa qualificação são com mais frequência discriminados e abusados, especialmente trabalhadores domésticos.  

De acordo com o Índice de Desenvolvimento Humano, o Kuwait tem uma expectativa de vida de 78,6 anos e 14,2 anos de escolaridade. Está classificado em 64° lugar de 189 países. 

De acordo com especialistas do país, ser cristão é uma vulnerabilidade extra no Kuwait e pode levar a altos níveis de discriminação ou abuso. Entretanto, a cor da pele e contexto étnico com frequência exercem um papel ainda maior. Assim, expatriados cristãos ocidentais de pele branca provavelmente experimentarão menos perseguição do que expatriados cristãos africanos ou asiáticos. Além disso, expatriados altamente qualificados devem enfrentar menos dificuldades do que os menos preparados. 

Os primeiros sinais da presença cristã no Kuwait são as ruínas das igrejas nas ilhas de Failaka e Akkaz. Os arqueólogos datam essas igrejas entre os séculos 5 e 9. Se essa última data estiver correta, o cristianismo sobreviveu à conquista do islamismo (633 d.C.) mais do que geralmente se supõe. O lugar era um mosteiro com uma igreja cercada por uma área densamente instalada, usada por uma comunidade cristã nestoriana que vivia na ilha. 

No século 10, esses lugares foram desocupados. Depois disso, não há mais sinais da presença cristã no Kuwait por quase um milênio, apesar de sua posição nos impérios árabe e otomano, o que torna muito possível que, por um período, cristãos desses impérios tenham vivido e trabalhado no Kuwait. 

Apenas depois que o califado se tornou um protetorado britânico em 1899, trabalhos missionários começaram no Kuwait. Samuel Zwemer (1867-1952), da Missão Árabe da Igreja Reformada da América no Bahrein, mudou-se para o Kuwait em 1903. A Igreja Evangélica Nacional do Kuwait foi organizada no mesmo ano, apesar de não ter um prédio para adoração até 1926. Em 1910, a missão abriu uma clínica que foi transformada em hospital. 

Após a descoberta do petróleo em 1937, trabalhadores migrantes da Palestina, Síria, Jordânia, Líbano, Índia e Egito chegaram ao Kuwait trazendo consigo os católicos gregos, católicos romanos, evangélicos, sírios-ortodoxos, ortodoxos gregos, a Igreja do Sul da Índia e muitas outras denominações do cristianismo. Devido à expansão do petróleo e o crescimento econômico do Kuwait desde 1973, o número de cristãos árabes e não árabes aumentou drasticamente. 

Atualmente, cerca de 12% da população do Kuwait é cristã, com a Igreja Católica Romana como a maior denominação. Há uma catedral na capital, que serve principalmente para pessoas da Índia, Filipinas, Sri Lanka, Bangladesh e Paquistão, e cristãos árabes do Líbano, Egito, Jordânia, Palestina e Síria. 

O Kuwait é o único membro do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC, da sigla em inglês), além do Bahrein, que tem uma população cristã local que mantém a cidadania. A maioria das famílias cristãs no Kuwait e Bahrein tem origem no Sudoeste da Turquia, enquanto outras vieram do Iraque e da Palestina. De acordo com algumas estimativas, há membros de 12 famílias que se identificam como cidadãos do Kuwait que nasceram cristãos e acredita-se que tenham direitos iguais a um conterrâneo muçulmano. 

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