Cristãos decidem orar em meio a ataques na Nigéria
Publicado em 03 ago 2023

“Cristãos no Centro da Nigéria organizaram vigílias de oração por causa dos ataques às comunidades que se intensificaram. Mais de 350 pessoas foram mortas e 80 mil se tornaram deslocadas internas em apenas um estado”, contou um colaborador da Portas Abertas.
O governo local afirma que os responsáveis pela violência são extremistas fulanis quetradicionalmente roubam propriedades e queimam casas de cristãos, além dos inúmeros assassinatos, especialmente na área de Mangu.
Conflito intensificado
Um cristão local, Gideon, contou que nos últimos meses o conflito se intensificou rapidamente. “Até quando teremos que aguentar os assassinatos criminosos motivados pela religião na Nigéria?”, questiona o cristão.
O governador de Plateau declarou em entrevista que “o que testemunhamos foi um plano meticulosamente operado para dizimar nosso povo”. Há quase duas semanas, começou a operação especial para conter a crise que conseguiu estabilizar a situação no dia 22 de julho.
“É crucial reconhecer que a situação não é uma simples divergência entre agricultores e pastores de cabras. Pessoas inocentes nos vilarejos são atacadas durante a noite, enquanto estão dormindo”, acrescentou o governador.
Comunidades vizinhas, em Barkin-Ladi e Riyom, também foram impactadas pelo aumento da violência. Contamos com suas orações pela Nigéria, que é o 6°país mais perigoso da Lista Mundial da Perseguição 2023 e é também a nação mais violenta contra cristãos atualmente.
Cuidados pós-trauma para cristãos na Nigéria
Cristãos na África Subsaariana são vítimas de várias formas de violência apenas pela fé em Jesus. Por isso, muitos são obrigados a deixar casa e cidade.Sua doaçãooferece cuidados pós-trauma e itens de sobrevivência, como comida, roupas, cobertores, fraldas, primeiros socorros e ajuda médica.
A Redação Portas Abertas Brasil é a equipe editorial com mais de 40 anos de atuação na cobertura da perseguição aos cristãos no mundo. Publica notícias baseadas em relatos diretos de correspondentes e cristãos locais em mais de 70 países. Nosso processo editorial é baseado em verificação, contextualização e avaliação de riscos. A identidade das fontes é preservada quando há risco de segurança, sem comprometer a veracidade dos fatos.
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