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Jovem cristã é proibida de ir à igreja na Ásia Central

O marido da cristã de origem muçulmana Nida não aceita a fé em Jesus

Publicado em 01 ago 2023

Nida teme que o marido muçulmano peça o divórcio (foto representativa)

Nida (pseudônimo), uma jovem cristã de origem muçulmana que vive na Ásia Central, está sendo perseguida por causa da fé em Jesus. O marido dela é um muçulmano radical que não aceita a fé cristã.

Por causa da pressão do marido, Nida não pode ir à igreja, nem praticar a fé. Ela se sente dividida. Uma parte quer servir a igreja, compartilhar o evangelho com as pessoas – o que é quase impossível no país onde a cristã vive por causa da perseguição.

Mas, por outro lado, ela não quer se divorciar do marido. Nida afirmou para nossos parceiros que se tivesse que escolher entre renunciar à fé em Jesus ou deixar o marido, ela abandonaria o casamento. No entanto, ela ama o marido e não queria que a situação chegasse a esse ponto.

Nesse momento, ela precisa de muita força e coragem para vencer as adversidades. A repressão que Nida enfrenta é a realidade de muitas mulheres na Ásia Central. Elas representam a maioria dos cristãos perseguidos na região e precisam de nossas orações.

Participe do Shockwave 2023

Entre os dias 22 e 24 de setembro, jovens brasileiros se unirão em pequenos grupos de oração no Shockwave 2023, intercedendo pela Ásia Central. A programação pode acontecer em cafés, parques ou nas reuniões tradicionais de oração. Saiba mais no link e não fique de fora!

Pedidos de oração

  • Ore pela segurança de Nida para que ela não seja vítima de ataques ou violência doméstica.
  • Peça a Deus que a cristã saiba amar e orar pelo marido, mesmo nesse momento difícil.
  • Interceda pelo coração da cristã para que seja sempre guiado pelo Espírito Santo em todas as decisões e não pelas emoções simplesmente.

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A Redação Portas Abertas Brasil é a equipe editorial com mais de 40 anos de atuação na cobertura da perseguição aos cristãos no mundo. Publica notícias baseadas em relatos diretos de correspondentes e cristãos locais em mais de 70 países. Nosso processo editorial é baseado em verificação, contextualização e avaliação de riscos. A identidade das fontes é preservada quando há risco de segurança, sem comprometer a veracidade dos fatos.