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Rússia

RU
Rússia
  • Tipo de Perseguição: Paranoia ditatorial, opressão islâmica, protecionismo denominacional, hostilidade etno-religiosa
  • Capital: Moscou
  • Região: Ásia Central
  • Líder: Vladimir Vladimirovich Putin
  • Governo: Federação semipresidencialista
  • Religião: Cristianismo, islamismo
  • Idioma: Russo, tártaro, checheno
  • Pontuação: 57


POPULAÇÃO
143,9 MILHÕES


POPULAÇÃO CRISTÃ
118 MILHÕES

São os cristãos nativos de origem muçulmana nas regiões de maioria muçulmana que suportam o peso da perseguição tanto nas mãos da família e amigos quanto da comunidade local e, em algumas áreas, têm que manter a fé em segredo por medo de serem executados. Igrejas não registradas ativas no evangelismo podem enfrentar obstruções sob a forma de vigilância e interrogatório pelas autoridades locais. 

Famílias muçulmanas, amigos e aldeões exercem pressão especialmente sobre os convertidos nas regiões muçulmanas (especialmente no Norte do Cáucaso), enquanto o governo impõe restrições às atividades da igreja.

Muitos russos étnicos deixaram Daguestão, Chechênia, Inguchétia, Cabárdia-Balcária e Carachai-Circássia devido aos combates e as igrejas viram o número de seus membros cair. No entanto, de todas as comunidades cristãs, são as igrejas ortodoxas russas que experimentam o menor problema do governo.  

A pontuação na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2021 é três pontos menor do que na LMP 2020. Embora as pontuações para as cinco esferas da vida permaneçam praticamente as mesmas, o número de incidentes violentos diminuiu porque menos violência foi relatada. A pontuação da Rússia é mais alta nas esferas da vida privada e da vida na igreja. Essas são indicações dos dois tipos de perseguição dominantes no país: a opressão islâmica na esfera da vida privada e a paranoia ditatorial na esfera da vida na igreja.  

“Minha vida está nas mãos de Deus; cada aspecto da minha vida está em suas mãos, inclusive minha segurança.”

RITA, CRISTÃ RUSSA

Tendências 

O governo é estável  

O regime liderado pelo presidente Vladimir Putin não experimentou nenhuma oposição significativa nos últimos anos. Barreiras constitucionais para limitar o número de mandatos que um presidente poderia permanecer no poder foram removidas. Não se espera mudanças políticas tão cedo.  

Ao mesmo tempo, a Rússia continuou a aumentar sua influência em todas as antigas repúblicas soviéticas, que considera como parte do mundo russo (Russky Mir). O objetivo final é acabar com a vergonha do colapso da União Soviética em 1991, ou seja, o Império Russo. No entanto, a Rússia estará de olho na China, que também está perseguindo a expansão de sua influência econômica e política.  

A economia russa está em más condições  

Devido às sanções ocidentais, à queda dos preços do petróleo e do gás natural e à pandemia da COVID-19, a Rússia enfrenta sérios problemas econômicos e sociais. A corrupção generalizada só está aumentando isso. O fato de o governo russo estar gastando grande parte de seu orçamento em defesa não ajuda a situação econômica.  

A liberdade religiosa está em declínio 

A aprovação da legislação antiterrorismo em 6 de julho de 2016 resultou em uma proibição total das Testemunhas de Jeová no início de 2017. As restrições trazidas por essa legislação estão afetando cada vez mais os cristãos que não são da Igreja Ortodoxa Russa. Quaisquer conexões que os cristãos na Rússia tenham com igrejas e organizações no exterior estão sob vigilância e limitações crescentes. 

A Rússia se diferencia dos países da Europa porque nunca experimentou diretamente as influências do Renascentismo, Reforma ou Iluminismo. Individualismo, direitos humanos, liberdade de religião e outros ideais típicos do Ocidente não são naturais para a cultura e o povo russo. Escravidão ou servidão só foi abolida na Rússia em 19 de fevereiro de 1861, mas muitos dos que trabalhavam em fazendas continuaram a ter grandes obrigações para com seus senhores. A democracia parlamentarista, como se desenvolveu no Oeste Europeu (e depois nos Estados Unidos), nunca teve lugar na Rússia. Ao contrário, o país conhece apenas formas autoritárias de governo desde o começo da Idade Média. 

O fim da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) em 1991 é profundamente sentido como uma perda de rumo para a Rússia, que precisa ser recuperada. Estados que haviam sido conquistados durante séculos se tornaram independentes repentinamente. Isso teve um enorme impacto na autoestima da Rússia. O país está trabalhando para restaurar a antiga posição e usa todos os tipos de métodos para reconstruir a esfera de influência do seu antigo império. 

A Rússia está assumindo um papel ascendentemente dominante na região que corresponde à antiga União Soviética — geralmente com a desculpa de oferecer proteção aos russos que estão sob ameaça de “ultranacionalistas e fascistas”. Em maio de 2014, rebeldes russos nas províncias de Donetsk e Luhansk (no Leste da Ucrânia) começaram uma rebelião armada contra o governo de Kiev (capital da Ucrânia). A Rússia sempre negou envolvimento no conflito, mas os rebeldes não teriam conseguido fazer tanta coisa sem o apoio do país (seja de qual forma for). 

Internacionalmente, o conflito armado no Leste da Ucrânia isolou a Rússia. Em nível internacional, a participação da Rússia no conflito da Síria desde 2017 significou uma grande mudança na situação na Síria. O impasse entre o governo do presidente Assad e os vários grupos da oposição foi quebrado. Em agosto de 2018, Assad recuperou o controle de grandes partes da Síria. 

CENÁRIO POLÍTICO E LEGAL 

De acordo com a Constituição da Rússia, o país é uma federação e uma república semipresidencialista, com um presidente como chefe de Estado e um primeiro-ministro como chefe de governo. Segundo a Constituição, eleições para a presidência são feitas a cada quatro anos. Em março de 2018, Vladimir Putin foi reeleito. 

A Federação Russa é estruturada como uma democracia representativa multipartidária, com o governo federal composto dos ramos legislativo, executivo e judiciário. Os partidos políticos mais importantes são o United Russia (que é o partido do presidente Vladimir Putin e do primeiro-ministro Dmitry Medvedev), o Partido Comunista e o Partido Democrático Liberal. Há importantes grupos de oposição, mas eles são constantemente barrados e seus membros recebem penas de prisão. 

Desde 2012, o parlamento russo (Duma) aprovou uma série de leis que impõem restrições à sociedade, inclusive relacionadas à religião. Em 13 de julho de 2012, o Duma aprovou com maioria esmagadora uma lei concernente a ONGs financiadas pelo estrangeiro ativas no campo político. Atividades de organizações cristãs também foram afetadas com isso. Antes de 2012, a corrupção, a burocracia e os impostos prejudicavam esse trabalho, mas agora as instituições cristãs dependem totalmente de doações de cidadãos russos. 

Em 6 de julho de 2016, o presidente Putin assinou emendas — referidas como restrições “antiterrorismo” — à lei de religião do país, que entraram em vigor em 20 de julho de 2016. Essas emendas são conhecidas pelo nome de uma das autoras: Irina Yarovaya. As primeiras consequências dessa nova legislação puderam ser vistas nas acusações feitas contra vários cristãos. 

Desde então, a lei Yarovaya tem tido um crescente impacto na vida dos cristãos russos, afetando principalmente: literatura religiosa, atividades missionárias e reuniões de oração e estudo bíblico nos lares. Centenas de cristãos foram interrogados, a maioria protestantes. Houve centenas de audiências e multas, a maioria contra protestantes. Tornou-se praticamente impossível realizar qualquer atividade religiosa fora dos prédios das igrejas, inclusive compartilhar informação nas redes sociais — uma permissão especial por escrito é exigida para isso. 

Também se tornou muito mais arriscado trabalhar com crianças. Depois que a lei Yarovaya entrou em vigor, as autoridades estaduais começaram a investigar se a posse de propriedade das organizações religiosas, inclusive igrejas, estava dentro da lei. 

Em 20 de abril de 2017, a Suprema Corte da Rússia, em Moscou, declarou a sede nacional das Testemunhas de Jeová em São Petersburgo e todas suas 395 congregações como “extremistas” e baniu todas as atividades imediatamente. Suas propriedades também foram confiscadas pelo Estado. A Igreja Católica da Rússia condenou a ação alegando que representava uma ameaça à liberdade religiosa em geral. Por outro lado, a ação foi bem recebida por representantes da Igreja Ortodoxa Russa. A legislação na Rússia está sendo adaptada e restrições são feitas constantemente. O governo continua a favorecer a Igreja Ortodoxa Russa em detrimento de outros grupos cristãos.  

CENÁRIO RELIGIOSO 

A Rússia é o maior país da Terra em extensão territorial. Dos 144 milhões de habitantes, cerca de 82,1% são cristãos, de acordo com a estimativa do World Christian Database. Boa parte desses cristãos (96,6%) são ortodoxos russos. Apesar de décadas de propaganda ateísta pelos comunistas durante a era soviética, a maioria dos russos se considera cristã; no entanto, a maioria deles nunca leu a Bíblia e poucos vão à igreja. Atividades evangelísticas feitas pela Igreja Ortodoxa não são bem-vindas. 

O segundo maior grupo religioso na Rússia, de acordo com o WCD, são os muçulmanos, sunitas em sua maioria, que correspondem a 12,2% da população. Eles vivem principalmente no Norte do Cáucaso, no Sul da Rússia, e na região central do Volga, ao redor da cidade de Cazã, a 800 km de Moscou. Os muçulmanos do Cáucaso tendem a ser mais conservadores e estão envolvidos em luta armada contra o exército russo, enquanto os muçulmanos de Volga são mais moderados. 

Um outro grupo de muçulmanos não inclusos nessas estatísticas são as centenas de milhares de trabalhadores migrantes dos países da Ásia Central. A maioria deles vive sob péssimas condições, são mal pagos e vistos com suspeita de serem extremistas muçulmanos. Ao trabalhar no exterior, esses migrantes são muito mais abertos ao evangelismo pelos cristãos. 

O Norte do Cáucaso é uma região com uma forte e radical cultura muçulmana. Muitos cristãos fugiram dessa região durante as guerras da Chechênia (1994-1996 e 1999-2009). A pressão sobre cristãos ex-muçulmanos é enorme e vem principalmente de família, amigos e comunidade. O islã radical é presente na região com duas organizações concorrentes: o autodenominado Emirados Cáucaso e o Estado Islâmico (EI). Desde junho de 2015, o EI tem dominado. 

Apenas um pouco mais de 4% dos russos se consideram ateus ou sem religião, o que é o resultado de 70 anos de doutrinamento ateu pelos comunistas durante a era soviética. Apenas 0,4% da população russa é budista, vivendo sobretudo em Calmúquia (perto do Mar Cáspio) e na Província de Tuva (na fronteira com a Mongólia). 

A Igreja Ortodoxa Russa (IOR) é considerada como tipicamente russa; o catolicismo romano e, principalmente, o protestantismo são vistos como ocidentais e estrangeiros. Atividades de evangelismo por denominações não ortodoxas não são bem-vindas e comunidades cristãs não tradicionais têm sido acusadas pela IOR de “roubo de ovelhas”, ou seja, de tirar os membros da IOR, e por falsos ensinamentos.  

CENÁRIO ECONÔMICO 

A Rússia tem muitos recursos naturais, localizados principalmente em regiões isoladas, como a Sibéria. Petróleo, gás, ouro, urânio e muitos outros materiais são abundantes. No entanto, somente depois de 1991 o Estado passou a explorar essa riqueza e abrir novos mercados. A Europa Ocidental se tornou dependente do gás e petróleo da Rússia, que eram mais baratos — o que também significa que esses países poderiam ser manipulados. 

Mas a crise econômica de 2007-2013 foi um grande golpe para a economia russa e as coisas pioraram quando começou o combate na Crimeia, em fevereiro/março de 2014, com a imposição de sanções da Europa e dos Estados Unidos. A grande renda que a Rússia tinha da exportação de gás natural e petróleo despencou em 2015, quando o preço do petróleo caiu para menos da metade. A economia russa começou a entrar em declínio e nenhum sinal de recuperação pode ser visto ainda. 

CENÁRIO SOCIOCULTURAL 

Os russos são orgulhosos de sua cultura e história, o que tem consequências no nível religioso também: enquanto a Igreja Ortodoxa Russa (IOR) é considerada tipicamente russa, católicos e, principalmente, protestantes são vistos como ocidentais. Nas regiões muçulmanas há uma forte ligação entre etnicidade e religião. Qualquer um que abandone o islã não é apenas um apóstata, mas também um traidor da nação. Isso está mesclado à opressão islâmica.  

O censo de 2010 registrou que 81% da população é da etnia russa e 19% pertence a outras etnias: 3,7% de tártaros, 1,4% de ucranianos, 1,1% de basquires, 1% de chuvaches e 11,8% de outros e não especificados — um total de 82 povos. 

Muitos russos deixaram Daguestão, Chechênia, Inguchétia, Cabárdia-Balcária e Carachai-Circássia devido aos combates e as igrejas viram os números de membros diminuírem. No entanto, de todas as comunidades cristãs, são as igrejas russas ortodoxas que experimentam menos problemas por parte do governo. São os cristãos ex-muçulmanos nativos das regiões de maioria muçulmana que carregam o peso da perseguição tanto nas mãos da família como da comunidade e, em algumas áreas, precisam manter a fé em segredo por medo de serem executados. Igrejas não registradas ativas em evangelismo podem enfrentar obstrução na forma de vigilância e interrogatório pelas autoridades locais.  

Na região do Cáucaso, esse é o principal tipo de perseguição. Nas várias repúblicas situadas nas encostas do Norte da cordilheira do Cáucaso (Daguestão, Chechênia, Inguchétia, Cabárdia-Balcária e Carachai-Circássia), militantes islâmicos estão lutando contra o exército russo para estabelecer um emirado muçulmano. Muitos russos deixaram a área devido à violência. O número de membros das igrejas da região caiu. Cristãos ex-muçulmanos têm que manter a fé em segredo por medo de serem executados. A opressão islâmica também é ativa no Tartaristão, cuja capital é Cazã, no rio Volga, uma região a 800 km de Moscou, onde a influência do islamismo está crescendo.  

Devido ao antigo sistema educacional soviético, praticamente todos os cidadãos russos sabem ler. Assim, material cristão tem um grande mercado. Quase não há restrições para a impressão e distribuição de material cristão em russo. No entanto, literatura cristã nos idiomas dos outros 82 povos do país é limitada. 

A cristianização oficial da Rússia ocorreu em 988, quando o príncipe Vladimir I, de Kiev, oficialmente adotou o rito bizantino do cristianismo como a religião oficial da Rússia. A Igreja Ortodoxa Russa (IOR) tem um papel dominante na sociedade e cultura russas desde então. 

O catolicismo romano chegou à Rússia quando o país estava se expandindo para o Ocidente no final do século 18, ocupando a parte leste da Polônia e depois da Lituânia. O catolicismo permaneceu a religião de etnias minoritárias da Rússia e da União Soviética e recebeu bastante hostilidade da IOR, que considerava os católicos como uma ameaça à “russianidade”. O protestantismo chegou depois à Rússia — no final do século 19 — e foi recebido com ainda mais hostilidade. A IOR acusou os protestantes de roubar suas ovelhas e frequentemente apelava às autoridades czaristas (sistema político que imperou na Rússia de 1547 até a Revolução de 1917) para impedir suas atividades. 

Quando houve a Revolução Russa, em novembro de 1917, um regime ateísta foi estabelecido. Líderes de igrejas de todas as denominações foram presos e enviados a campos de trabalho forçado. Mas durante a Segunda Guerra Mundial, Josef Stalin, ex-primeiro-ministro da União Soviética, transformou essa política em religião. Igrejas foram reabertas e restauradas. A IOR teve permissão para treinar e apontar nova liderança. Batistas, pentecostais, entre outros, foram fundidos em uma união forte. Mas muita desconfiança das autoridades permaneceu, pois ainda havia milhares de cristãos e líderes de igreja em campos de trabalho forçado. A KGB, o serviço secreto da URSS, se infiltrou em organizações da igreja e tinha informantes em praticamente todas. Alguns cristãos se recusaram a cooperar com as autoridades, se tornaram secretos e foram perseguidos. Em 1988, quando a IOR celebrou mil anos de existência, a Portas Abertas sabia de mais de 300 cristãos presos por causa da fé na época. 

Quando a União Soviética caiu, em 1991, o governo comunista acabou. O ateísmo não era mais propagado e a perseguição religiosa do Estado teve fim. Todos os prisioneiros foram libertados; a vigilância das igrejas e cristãos também parou. Se tornou normal para os russos se identificarem com alguma religião novamente e até mesmo oficiais do Estado podiam fazê-lo. Desde então, a IOR tem tentado reconquistar sua posição dominante na sociedade, mas a Rússia permanece oficialmente como um Estado secular. 

Após o colapso da União Soviética em 1991, o estado perdeu o zelo ateísta e parou de perseguir os cristãos tão severamente. Prisioneiros religiosos foram libertados e a maioria das igrejas que pertenciam a comunidades cristãs históricas podiam funcionar mais ou menos livres. Isso resultou em um avivamento do cristianismo no país, com o governo favorecendo a Igreja Ortodoxa Russa. 

Outras denominações enfrentam mais dificuldades. Por exemplo, registrar uma igreja protestante gastará mais energia, recursos e tempo, pois os membros da igreja serão investigados pelos serviços secretos sobre contatos com o Ocidente. Se for descoberto o relacionamento com o Ocidente, o pedido de registro de uma igreja protestante pode ser negado. 

As comunidades de cristãos ex-muçulmanos experimentam a maior pressão da população muçulmana na região do Cáucaso. Ali, todos os cristãos enfrentam violência e pressão, mas os cristãos ex-muçulmanos suportam o peso da perseguição. Convertidos que vivem, por exemplo, na Chechênia e no Daguestão são considerados traidores da identidade nacional. O cristianismo é associado aos “ocupantes da Rússia”, os que estão sendo atacados na guerrilha que se estende por décadas. Ao longo dos anos, dezenas de cristãos ex-muçulmanos tiveram que abandonar suas casas e ser abrigados em casas seguras. É muito difícil para eles voltar para casa. Algumas fontes alegam que há milhares de cristãos ex-muçulmanos no país, mas são bem menos que 1% da população. 

As comunidades cristãs não tradicionais são alvo da IOR por supostos “roubos de ovelhas”, ou seja, “roubar” os membros da Igreja Ortodoxa. A Igreja Ortodoxa Russa geralmente considera grupos protestantes como seitas que ensinam heresias. O Estado considera esses grupos como não russos e espiões do Ocidente. Em áreas muçulmanas, esses cristãos são frequentemente alvos por serem suspeitos de ser ativos em evangelismo. 

A maioria dos russos se considera cristã, mas a maioria deles nunca leu a Bíblia e poucos vão à igreja

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