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Sri Lanka

LK
Sri Lanka
  • Tipo de Perseguição: Nacionalismo religioso, paranoia ditatorial
  • Capital: Colombo
  • Região: Sul da Ásia
  • Líder: Gotabaya Rajapaksa
  • Governo: República presidencialista
  • Religião: Budismo, hinduísmo, islamismo, cristianismo
  • Idioma: Sinhala, tâmil, inglês
  • Pontuação: 62


POPULAÇÃO
21 MILHÕES


POPULAÇÃO CRISTÃ
1,9 MILHÃO

A supremacia budista ainda é um conceito forte no país. Todo cingalês é considerado budista, então os cristãos não apenas são tratados como cidadãos de segunda classe, como também são insultados e atacados. Os autores da perseguição não são apenas as autoridades do Estado, como o nome de “Ministério de Buda Sasana, Assuntos Culturais e Religiosos” indica, mas também monges budistas e autoridades locais.  

Os cristãos são alvos de ataques, especialmente nas aldeias. Houve muitos incidentes em que multidões, muitas vezes lideradas por monges budistas e acompanhadas por funcionários da aldeia, se aproximaram de igrejas, perturbaram cultos de adoração, com ou sem violência, e exigiram que eles fossem interrompidos para sempre. 

O Sri Lanka se classificou em 52° na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2021. Essa posição se deve a uma queda de três pontos, comparado com os 65 pontos do ano anterior, em que estava no Top50 da LMP. A pressão aos cristãos caiu na vida privada e familiar, especialmente para ex-budistas, ex-muçulmanos e ex-hindus. Como nos períodos de análise anteriores, o período atual (1/10/2019 a 30/9/2020) também contém incidentes em que moradores da comunidade, vizinhos e monges budistas reclamaram para a polícia ou oficiais do governo local sobre as atividades de pastores e igrejas em comunidades da zona rural. 

O aumento mais forte de pontos foi na esfera nacional, refletindo um novo governo voltando à paranoia ditatorial e uma negligência e difamação dos cristãos nas consequências políticas dos ataques. Mais relatos sobre a pressão contra convertidos, especialmente cristãos ex-hindus (mas também sobre os cristãos que vivem nas áreas de maioria hindu no Norte e Nordeste da ilha) levaram a um aumento de pontuação em todas as esferas da vida. Os principais tipos de perseguição são nacionalismo religioso e paranoia ditatorial.  

“Eu quero testificar sobre o que aconteceu conosco e também sobre quem Jesus é.”

REBEKAH (PSEUDÔNIMO), CRISTÃ SOBREVIVENTE DO ATAQUE DE PÁSCOA NO SRI LANKA

Tendências 

Voltando a antigos padrões?  

Uma tendência visível é que restrições legais e governamentais estão sendo usadas contra cristãos e outras minorias religiosas. A minoria muçulmana também sofreu com ataques budistas violentos, especialmente em março de 2018 e muito mais forte após os ataques de Páscoa, em 2019. O presidente eleito Rajapaksa anunciou em seu primeiro discurso após a eleição que “protegeria a cultura e o patrimônio do Sri Lanka e forneceria patrocínio estatal para salvaguardar a moral e os costumes tradicionais”. O retorno da família Rajapaksa ao poder trouxe de volta más memórias, especialmente para as minorias.  

O novo governo convocou oficiais do exército para ocupar vários cargos do governo e, no nível local, funcionários que haviam causado problemas para as igrejas no passado permaneceram em suas posições. Quatro membros da família Rajapaksa entraram no gabinete (composto por 26 membros), com Namal Rajapaksa, filho do primeiro-ministro Mahinda, já representando a próxima geração. Com essa vitória, a família Rajapaksa controla diretamente 126 dos 434 departamentos e entidades governamentais, o que representa impressionantes 29%.  

Assim, será muito mais fácil implementar a política de supremacia budista em detrimento das minorias, inclusive cristãos. O número de incidentes de perseguição só caiu devido à crise da COVID-19 e à proibição geral das reuniões. É possível que os funcionários do governo local usem cada vez mais métodos estratégicos do que apenas restrições legais para reduzir a liberdade das minorias religiosas. 

Grupos étnicos e religiosos ainda carecem de confiança 

O crescente isolamento internacional e a dependência da China não são bons para o país e as minorias. A reconciliação nacional continua sendo um dos maiores desafios do país e é mais urgente do que nunca. Dado que a maioria das redes sociais são baseadas na afiliação religiosa e étnica, o desafio é grande, pois grupos étnicos e religiosos precisam superar a desconfiança e encontrar um caminho à frente. É claro que o governo não será de nenhuma ajuda a esse respeito devido à política de apoio à supremacia budista.  

Pelo contrário, o fato de que tanto o novo presidente quanto o primeiro-ministro prometeram publicamente defender a “ordem budista”, alegando que isso significaria defender a liberdade religiosa, não é bom para a situação de qualquer minoria no país, incluindo os cristãos. Um membro do parlamento suspeitou que o cardeal católico Ranjith tinha conhecimento prévio dos ataques da Páscoa em 2019 e, em outubro de 2020, cinco dos sete principais suspeitos dos ataques foram libertados. 

O país tem uma longa e violenta história por razões religiosas e étnicas. A longa guerra civil de 26 anos acabou apenas em 2009. Com um novo governo eleito em 2015, o governante de longa data, Mahinda Rajapaksa, perdeu o poder. Como consequência, alguns grupos budistas radicais, como Bodu Bala Sena (BBS), também perderam apoio. Os grupos budistas radicais estão atualmente concentrando seus ataques na minoria muçulmana. Isso mostra que grupos radicais e o nacionalismo forte (no sentido de proteger o budismo no país de ataques) continua sendo influente. O nível de violência contra os cristãos diminuiu até certo ponto e os incidentes mais recentes envolveram funcionários do governo local, restrições legais e ameaças. 

Com o fim da guerra civil, a reconciliação nacional continua a ser um dos maiores desafios do país. Dado que a maioria das redes na sociedade se baseia na afiliação religiosa e étnica, o desafio é grande, uma vez que grupos étnicos e religiosos precisam superar a desconfiança. No entanto, não está claro quem pode liderar esse processo. O governo ainda não foi claro em seus esforços de proteger as etnias e minorias religiosas do país, apesar de não enfatizar a supremacia budista tanto quanto o governo destituído fazia.  

Após a crise política no país e os ataques suicidas alvejando a minoria cristã em abril de 2019, as eleições em novembro de 2019 viram conotações nacionalistas fortes e campanhas focadas em questões de segurança, beneficiando o antigo ministro da Defesa, Gotabaya Rajapaksa. O exército ainda tem quase 260 mil membros, apesar de vários anos terem decorrido desde que a guerra civil chegou ao fim, em 2009.

CENÁRIO POLÍTICO E LEGAL 

A política e a sociedade no Sri Lanka estão em desordem. No final de outubro de 2018, em um desenvolvimento chocante causando muita agitação política, o presidente Sirisena alegou que estava dispensando o primeiro-ministro Wickremesinghe. O presidente suspendeu o parlamento e colocou o antigo presidente Mahinda Rajapaksa como novo primeiro-ministro. Apesar de dois votos não confidenciais contra ele, o presidente Sirisena pressionou com esse plano e o país ficou em um impasse por várias semanas. Apenas em dezembro de 2018, a Corte Constitucional finalmente julgou que a ação do presidente de dissolver o parlamento e colocar um substituto para o primeiro-ministro foi inconstitucional. Entretanto, a relação do presidente com o primeiro-ministro Wickremesinghe agora está destruída e o governo não pode mais funcionar de verdade. 

Isso em seguida teria consequências devastadoras quando fontes da inteligência indiana alertaram autoridades do Sri Lanka de um iminente ataque islâmico no início de abril de 2019. Entretanto, a informação não foi propriamente compartilhada. Escritórios relevantes não foram informados e as autoridades não tomaram ação. Como resultado, os ataques ocorreram sem obstáculos no domingo de Páscoa, apesar do aviso concreto. Alguns oficiais deixaram suas posições ou foram presos, mas ninguém assumiu a responsabilidade política. Ao invés disso, todos os nove ministros muçulmanos e dois governadores de províncias se retiraram, após monges budistas radicais os acusarem de ter envolvimento com os homens-bombas, aprofundando a desavença étnico-religiosa no país. Entretanto, quatro deles voltaram para o cargo após o esclarecimento de tais alegações. Ainda assim, esse incidente ilustra bem o aumento da tensão quanto às minorias étnicas e religiosas e o medo de possível violência futura. 

O governo falhou em caminhar para a inclusão das minorias religiosas, muçulmanas e cristãs, em suas políticas e agir decisivamente contra qualquer um que incitasse ódio religioso. Mas o oposto tem sido feito: políticos muçulmanos têm sido expulsos do governo e um monge budista radical (líder do Bodu Bala Sena) recebeu perdão presidencial apenas alguns meses após a justiça ter a coragem de sentenciá-lo a seis anos de prisão. Por isso, organizações budistas continuam focando suas energias em proteger o país, que entendem estar sendo ameaçado por minorias muçulmanas e cristãs. 

No que organizações de direitos humanos chamam de “movimento sem precedentes”, em fevereiro de 2019, o presidente Sirisena discursou contra a comissão nacional de direitos humanos por fazer seu trabalho. Enquanto a Nações Unidas pediu à comissão para verificar os registros de direitos humanos de pessoas que foram participar em missões de paz, o presidente e oficiais do exército se opuseram a isso. O fato de que o presidente Sirisena indicou um general acusado de crimes de guerra como o novo comandante do exército em agosto de 2019 não deixa muito espaço para esperança de reconciliação. A indicação foi puramente um esforço de fortalecer suas credenciais de segurança. 

Além disso, o antigo presidente Rajapaksa e a família ainda são uma força a ser considerada, como foi visto nas eleições locais em fevereiro de 2018, em que seu partido, a Frente Popular do Sri Lanka, teve ganhos significativos. Ele é muito experiente em executar políticas poderosas e servir o país como um ambicioso membro do Parlamento. Seu irmão, o antigo ministro da Defesa, Gotabaya Rajapaksa, foi eleito presidente nas eleições em novembro de 2019, quando indicou seu outro irmão, também um antigo presidente, Mahinda Rajapaksa, como primeiro-ministro em 21 de novembro de 2019. Apesar da segurança ter sido sua principal questão na campanha para as eleições, o fato dos irmãos Rajapaksa terem ligações a grupos radicais budistas não traz uma visão promissora, especialmente do ponto de vista das minorias étnicas e religiosas. 

Uma tendência visível é que as restrições legais e governamentais estão sendo usadas contra cristãos e outras minorias religiosas. Embora, da perspectiva da comunidade internacional, o país atualmente tenha um governo mais democrático, as restrições crescentes mostram que apenas os chefes dos estados mudaram e não as políticas. Os ministros e funcionários do governo local que causaram problemas para as igrejas permanecem os mesmos. Portanto, o número de incidentes de perseguição não caiu. É possível que os funcionários do governo local usem cada vez mais métodos estratégicos do que apenas restrições legais na redução da liberdade das minorias religiosas.  

O aumento do isolamento internacional não é um bom presságio para o país, seus cidadãos e as minorias. Dado que a maioria das redes sociais é baseada em afiliações étnicas ou religiosas, o grande desafio é a necessidade de grupos étnicos e religiosos de superar a desconfiança e encontrar um caminho para seguir em frente. E não está claro quem pode conduzir esse processo. A política da supremacia budista não ajuda quanto a isso.  

A República Democrática Socialista do Sri Lanka é um Estado secular. Entretanto, a Constituição coloca o budismo em primeiro lugar e o considera como a religião do Estado. A Constituição declara que a “República do Sri Lanka dá ao budismo o primeiro lugar e, por isso, é dever do Estado proteger e promover os ensinamentos budistas, enquanto assegura o direito a todas as religiões”. Esses direitos referentes à garantia de liberdade de religião e crença podem ser limitados, e isso é feito de forma sutil. 

CENÁRIO RELIGIOSO 

Devido ao histórico da guerra civil no Sri Lanka, o nacionalismo religioso prosperou. Grupos budistas radicais brotaram em todo o país e foram usados pelo antigo governo como meio de manter as minorias religiosas sob controle. A vítima principal, a minoria muçulmana, era sentida como uma ameaça para a radicalização islâmica. 

O aumento da violência levou ao assassinato de muçulmanos em 2014 e aumentou novamente em março de 2018, quando várias empresas pertencentes a muçulmanos foram destruídas por radicais budistas. Mas os cristãos também enfrentaram ataques de grupos locais, frequentemente liderados por monges.  

A supremacia budista ainda é um conceito amplamente compartilhado no país. Todo cingalês é considerado budista, por isso não só os cristãos tâmiles são tratados como cidadãos de segunda classe, mas também os cristãos cingaleses são malvistos e frequentemente difamados e atacados.  

Para entender o budismo do Sri Lanka é necessário entender o tradicional triângulo do país: a vida cingalesa tem três pontos de referência: o templo, o vilarejo e o lago, que significa a irrigação ou a plantação. Nada mais pode entrar nesse triângulo; dessa forma, qualquer coisa que vem de fora é vista como suspeita. Grupos budistas do Sri Lanka não estão muito preocupados com temas filosóficos do budismo, tão populares no Ocidente, mas preferem a batalha de preservar seu triângulo tradicional. Todas as ações envolvendo grupos radicais e monges locais podem ser vistas como tentativas de se defender de qualquer coisa que ameaça essa visão da sociedade. Todos os confrontos e tumultos violentos alvejando a minoria muçulmana e os ataques contra cristãos são baseados nessa insistência em preservar o triângulo tradicional.  

Os cristãos ex-budistas e ex-hindus enfrentam as formas mais fortes de perseguição. Eles estão sujeitos a assédio, discriminação e marginalização por parte da família e da comunidade. Eles são pressionados a negar o cristianismo, pois essa conversão é considerada como traição: todos os cingaleses étnicos (a maioria no Sri Lanka) devem ser budistas. Da mesma forma, dentro da população minoritária tâmil no Nordeste, deve-se ser hindu, a não ser que pertença a igrejas históricas. A minoria cristã é parcialmente tolerada, mas os hindus convertidos ao cristianismo não são.  

Além disso, as igrejas não tradicionais são frequentemente alvo de vizinhos, muitas vezes acompanhados por monges budistas e funcionários do governo local, com demandas para fechar os edifícios da igreja que consideram ilegais. Algumas vezes se formam multidões que protestam contra e atacam igrejas, especialmente nas áreas rurais. Esse antigo padrão de perseguição foi quebrado quando, no domingo de Páscoa de 2019, houve grandes ataques conduzidos por um grupo islâmico radical pouco conhecido.  

Cristãos ex-muçulmanos ou ex-hindus também enfrentam oposição. Portanto, até adorar sozinho, em particular, representa um risco para os convertidos e muitos temem hostilidade da família. Possuir materiais cristãos pode ser perigoso para cristãos que vivem com membros da família que não possuem a mesma fé, especialmente se moram em áreas onde os budistas são muito protetores sobre divulgar outra religião. É arriscado para convertidos, especialmente vindos do islamismo, falarem com outros sobre a nova fé, e encontros de cristãos correm risco de perturbações. Vizinhos, autoridades policiais e monges budistas locais monitoram as atividades dos cristãos em suas vilas para saber quando incitar ataques contra eles ou encontrar defeitos para acusá-los.  

CENÁRIO ECONÔMICO 

Os hotéis internacionais não foram um alvo aleatório em abril de 2019. Os homens-bombas não queriam apenas matar cristãos e outros que estavam comendo antes de sair para as celebrações de Páscoa. Eles também queriam alvejar o mais importante negócio do Sri Lanka, o turismo. A indústria do turismo do país não apenas gera níveis significativos de receita — 4,4 bilhões de dólares em 2018, de acordo com uma fonte local — mas também cria muitos empregos, mesmo para cidadãos menos qualificados. Os resorts empregam milhares de pessoas e por causa das praias desertas e da beleza natural do Sri Lanka, o país recebe sua parte do crescimento da indústria internacional de turismo.  

A crise política em outubro de 2018 já foi um mau negócio para a temporada de Natal, mas os ataques terroristas em abril de 2019 podem ter um impacto ainda maior, embora turistas tendam a ter memória curta. O governo está fazendo o possível para garantir a segurança, apesar do erro cometido pelas autoridades em abril de 2019. Foi provavelmente uma coincidência que a empresa de guias de viagem Lonely Planet tenha nomeado o Sri Lanka como “o melhor país do mundo para visitar em 2019”. O exército continua a ser um fator econômico importante e também administra negócios que normalmente não se conectariam com operações militares: a Marinha opera alguns dos resorts de férias mais exclusivos do país. Portanto, é compreensível que a “conquista de terras” para projetos de turismo esteja se tornando um problema. De fato, o governo parou vários projetos que os investidores chineses já começaram. 

CENÁRIO SOCIOECONÔMICO 

O Sri Lanka é predominantemente budista e de etnia cingalesa (80% da população). Após décadas de tensão étnica, uma guerra civil de pleno direito estourou em 1983. A maioria budista cingalesa lutou contra a minoria tâmil (predominantemente hindu, mas incluindo um número considerável de cristãos). Houve uma alta taxa de morte em ambos os lados. A guerra terminou finalmente em 2009 com a derrota dos tâmiles, especialmente o grupo Tigres Tâmil (LTTE), mas a verdadeira paz ainda está longe. 

Para o futuro próximo, será decisivo como o país lidará com seu legado de guerra e se a reconciliação também será conduzida por meios legais e, em caso afirmativo, se isso será tratado por tribunais domésticos ou por soluções híbridas, como a Nações Unidas propôs. Quanto mais essas questões permanecem sem direção, a insatisfação e a impaciência crescem. A reconciliação é um termo ouvido com frequência, mas raramente seguido por qualquer ação concreta. As igrejas estão em uma posição única para ajudar a preencher essa lacuna e abordar questões dolorosas, pois têm membros de ambos os lados. Mas, muitas vezes, se encontram sofrendo com essas mesmas divisões. Essa tarefa se tornou mais complicada com os ataques suicidas em abril de 2019 e tudo que se seguiu. 

Enquanto a taxa de trabalhadores pobres (que vivem com menos de 3,20 dólares por dia), segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, está em 6,7% e pode ser trabalhada pelo governo, a taxa de 21,2% de desemprego juvenil e 39% de empregos vulneráveis mostram os desafios sociais com os quais o governo precisa lidar. 

A educação religiosa é um assunto obrigatório na escola. Devido à falta de professores cristãos, estudantes cristãos muitas vezes precisam frequentar aulas de religião budista ou hinduísta, o que resulta em assédio, bullying e notas ruins. 

De acordo com a tradição da igreja, o cristianismo fez incursões quando o apóstolo Tomé foi para a Índia e também pregou no Sri Lanka. Os cristãos nestorianos viveram no país por um longo tempo. O catolicismo romano foi introduzido na ilha no início do século 16 pelos comerciantes portugueses. No século 17, comerciantes holandeses levaram o protestantismo; os missionários metodistas foram particularmente ativos no final do século 19, especialmente na fundação das escolas. 

Os cristãos são um dos poucos grupos da sociedade que incluem uma mistura de grupos étnicos cingaleses e tâmiles, embora a etnicidade seja um problema entre eles também. 

Estudantes cristãos muitas vezes precisam frequentar aulas de religião budista ou hinduísta

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