Sudão do Sul

Posição no ranking:

74

Sudão do Sul
  • Tipo de Perseguição Corrupção e crime organizado, opressão do clã, paranoia ditatorial
  • Pontuação na pesquisa
    46
  • ReligiãoAnimismo
  • CapitalJuba
  • População13,3 MILHÕES
  • População cristã8,1 MILHÕES

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*Informações referentes à Lista Mundial da Perseguição 2023. Em breve este perfil será atualizado.

Como é a perseguição aos cristãos no Sudão do Sul?  

Os combates no território deixaram o país devastado e sujeito ao crime organizado e à violência entre grupos armados. A perseguição aos cristãos por autoridades estatais, grupos rebeldes e líderes tribais tornou-se algo comum. As igrejas foram alvo de saques de grupos armados e falar contra a corrupção e a injustiça pode provocar represálias. Também existe um medo generalizado entre os cristãos por causa do clima de impunidade.  

“As ONGs já estão sob crescente pressão administrativa e muitas vezes são objeto de execução arbitrária de regras e regulamentos. Há um número crescente de incidentes de assédio e violência contra elas.”

CONTATO DA PORTAS ABERTAS NO PAÍS

Como as mulheres são perseguidas no Sudão do Sul? 

No Sudão do Sul, a guerra civil prolongada tem sido um grande fator instigador para o aumento da violência sexual contra as mulheres. De acordo com um relatório do secretário-geral do Conselho de Segurança, a violência sexual no Sudão do Sul atingiu “níveis assustadores de brutalidade” e é “muitas vezes cometida com conotações políticas e étnicas”. O relatório observou ainda que os perpetradores muitas vezes ficam impunes de suas ações. 

Neste cenário de complexas tensões étnicas e políticas, é difícil discernir as motivações exatas por trás da violência vivida por mulheres e meninas cristãs. É claro, no entanto, que o uso da agressão sexual como arma em conflitos armados torna mulheres e meninas mais suscetíveis à perseguição religiosa por parte daqueles que se opõem à fé cristã. 

Especialistas regionais indicam que violência física e sexual são a forma mais comum de perseguição que afeta mulheres e meninas cristãs. Um especialista explica: “A violência sexual é um problema no Sudão do Sul. Escravidão sexual, estupro, sequestro e casamento forçado estão entre os tipos de violência sexual sofridas pelas [mulheres] do Sudão do Sul”. O trauma vivenciado impede que muitas dessas mulheres tenham relacionamentos estáveis. 

Além disso, o Sudão do Sul é um dos seis países do mundo que não especificou uma idade mínima para o casamento, deixando assim uma brecha para casamentos precoces e forçados. A nação tem a oitava maior taxa de casamento infantil do mundo, com 52% das meninas se casando aos 18 anos. A prevalência dessa prática, na maioria das vezes realizada por causa da pobreza extrema e para garantir bens muito necessários para as famílias (incluindo gado, dinheiro e outros presentes por meio do pagamento do dote), cria uma via de repressão e controle de jovens mulheres convertidas. Anciãos e líderes étnicos teriam forçado meninas a se casar com pessoas que não conheciam, ficando expostas a violência doméstica e sexual. 

As mulheres também são afetadas pelo assassinato de homens e pelo recrutamento forçado de meninos como crianças-soldados, uma vez que ficam sem meios de se defender sozinhas enquanto lamentam a perda de seus maridos e filhos.  

Como os homens são perseguidos no Sudão do Sul? 

A guerra civil do Sudão do Sul, que durou sete anos, contribuiu para o recrutamento em massa de homens, particularmente de meninos que tiveram que interromper os estudos para se tornarem crianças-soldados.  

Em um contexto de fragilidade e insegurança contínuas, agravadas ainda mais pela crise da COVID-19, o recrutamento como meio de repressão e controle tornou-se a forma mais comum de perseguição que afeta homens e rapazes. Embora faltem números exatos, acredita-se que milhares de crianças tenham sido recrutadas para as forças armadas e grupos de ambos os lados do conflito desde 2013, com organizações humanitárias lutando por sua libertação.  

Os homens também correm o risco de serem mortos pelas forças do governo por suspeita de fazerem parte dos grupos rebeldes. Relatórios indicam que líderes religiosos e obreiros cristãos estão particularmente em perigo. Um especialista regional escreve: “Os líderes religiosos foram alvo de críticas tanto do governo quanto da oposição, usando relatórios da mídia e contas de mídia social. Em certas circunstâncias, isso resultou em interrogatório, intimações de inteligência de segurança e até prisão. Como resultado, a liberdade de expressão foi restringida e o debate público foi silenciado”. 

A matança de homens e o recrutamento forçado de meninos como crianças-soldados têm um impacto catastrófico nas famílias e comunidades. Como explica um especialista: “A angústia resultante enfraquece muito sua capacidade de fazer qualquer coisa, seja econômica ou relacionada ao desenvolvimento”.  

Como posso ajudar os cristãos perseguidos no Sudão do Sul?  

Além de orar por eles, você pode ajudar de forma prática doando para os projetos da Portas Abertas de apoio aos cristãos perseguidos. Doando para esta campanha, sua ajuda vai para locais onde a necessidade é mais urgente. 

[QUERO AJUDAR] 

Quem persegue os cristãos no Sudão do Sul? 

O termo “tipo de perseguição” é usado para descrever diferentes situações que causam hostilidade contra cristãos. Os tipos de perseguição aos cristãos no Sudão do Sul são: corrupção e crime organizado, opressão de clã e paranoia ditatorial. 

Já as “fontes de perseguição” são os condutores/executores das hostilidades, violentas ou não violentas, contra os cristãos. Geralmente são grupos menores (radicais) dentro do grupo mais amplo de adeptos de uma determinada visão de mundo. As fontes de perseguição aos cristãos no Sudão do Sul são: grupos paramilitares, oficiais do governo, redes criminosas, líderes de grupos étnicos e parentes.  

Pedidos de oração do Sudão do Sul 

  • Interceda para que a paz de Cristo recaia sobre o território. Peça pela conversão de líderes do governo e de grupos armados. 

  • Clame por proteção, cura e provisão para os cristãos no Sudão do Sul.  

  • Ore para que os líderes cristãos sejam protegidos e tenham liberdade de propagar o evangelho sem medo dos ataques do governo. 

Sobre nós

A Portas Abertas é uma organização cristã internacional e interdenominacional, fundada pelo Irmão André, em 1955. Hoje, atua em mais de 60 países apoiando cristãos perseguidos por causa da fé em Jesus.

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