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Uzbequistão

UZ
Uzbequistão
  • Tipo de Perseguição: Paranoia ditatorial e opressão islâmica
  • Capital: Tashkent
  • Região: Ásia Central
  • Líder: Shavkat Mirziyoyev
  • Governo: República presidencialista
  • Religião: Islamismo, cristianismo
  • Idioma: Uzbeque, russo, tajique
  • Pontuação: 71


POPULAÇÃO
33,2 MILHÕES


POPULAÇÃO CRISTÃ
345 MIL

Como é a perseguição aos cristãos no Uzbequistão? 

Cristãos ex-muçulmanos enfrentam o peso da perseguição no Uzbequistão. Eles enfrentam pressão da família, amigos e comunidades, que os veem como traidores, particularmente em áreas urbanas. Não são permitidas atividades religiosas além de instituições estatais e controladas pelo Estado, e os cristãos que são membros de igrejas não registradas são vistos como ameaça ao governo. Os seguidores de Cristo podem ter as reuniões invadidas e serem presos ou multados por participar em atividades religiosas "ilegais". Os líderes da igreja são especialmente alvos porque as autoridades querem causar medo e ansiedade nas congregações. As igrejas ortodoxas russas são menos suscetíveis à pressão e perseguição porque a maioria dos membros são russos e tendem a não tentar alcançar a população uzbeque.

“Depois da minha conversão ao cristianismo, meu irmão não queria ter nada a ver comigo. Meu pai, minha irmã e outros membros da família moravam na mesma aldeia. Quando os visitei, tentei visitar meu irmão. Mais de uma vez, ele ficou muito zangado assim que me viu, e disse: ‘Vá embora, o que você está fazendo aqui? Eu não quero nada com você!’. Durante 20 anos não tivemos contato um com outro.”  

Aziz, cristão perseguido na Ásia Central  

O que mudou este ano? 

Embora o Uzbequistão tenha caído três posições no ranking da Lista Mundial da Perseguição 2021 em comparação com o ano anterior, a vida como cristão no país continua sendo extremamente desafiadora. Os cristãos continuam a enfrentar enorme pressão da família e comunidade, e a imposição de restrições governamentais afeta muito a vida e o testemunho da igreja. No entanto, houve menos relatos de incidentes violentos em comparação com o ano anterior 

Ainda não está claro se o presidente Mirziyoyev, que chegou ao poder em 2016 após a morte do líder de longa data Islam Karimov, trará qualquer mudança política que afetará os cristãos.   

Quem persegue os cristãos no Uzbequistão? 

O termo tipo de perseguição é usado para descrever diferentes situações que causam hostilidade contra os cristãos. Os tipos de perseguição aos cristãos no Uzbequistão são: paranoia ditatorial e opressão islâmica. 

Já as “fontes de perseguição são os condutores/executores de hostilidades, violentas ou não violentas, contra os cristãos. Geralmente são grupos menores (radicais) dentro do grupo mais amplo de adeptos de uma determinada visão de mundo. As fontes de perseguição aos cristãos no Uzbequistão são: oficiais do governo, partidos políticos, cidadãos e quadrilhasparentes, líderes de grupos étnicos, líderes religiosos não cristãos. 

Quem é mais vulnerável à perseguição no Uzbequistão? 

A decisão de deixar o islã e seguir Jesus pode custar caro, abrindo caminho para assédio e intimidação da família, amigos e comunidade local. O risco é maior para muitas mulheres que, dadas as expectativas sociais em torno da submissão, não estão efetivamente autorizadas a escolher a própria religião. Os líderes da igreja também são alvo de perseguição; eles podem ser multados, detidos ou colocados em prisão domiciliar pelo envolvimento em atividades cristãs. 

Como as mulheres são perseguidas no Uzbequistão? 

A cultura islâmica tradicional coloca as mulheres em completa submissão aos pais, ou, se casadas, ao marido. Consequentemente, as mulheres não são livres para escolher a própria religião, e isso pode colocá-las em grave perigo.  

A prisão domiciliar é uma forma comum e socialmente aceita de pressionar as mulheres cristãs a retornarem ao islã, enquanto aquelas de origens conservadoras podem enfrentar sequestro ou casamento forçado. É comum que mulheres que se tornam cristãs depois de se casarem sejam forçadas a se divorciar e tenham as posses negadas. Em casos extremos, a esposa é forçada a fugir de casa. 

Abuso verbal, físico, psicológico e sexual contra mulheres e meninas cristãs é comum. Há ainda mais risco para as de áreas rurais que são inteiramente dependentes financeiramente dos pais ou maridos 

Como os homens são perseguidos no Uzbequistão? 

Fora da igreja, homens cristãos podem ser negligenciados para promoção no trabalho, e os empresários que seguem Jesus podem enfrentar intensa vigilância das autoridades e obstrução dos muçulmanos locais. As dificuldades financeiras causadas pela perseguição podem ser devastadoras para as famílias, que dependem dos homens para colocar comida na mesa. 

Os cristãos ex-muçulmanos também são vulneráveis ao abuso no local de trabalho. O serviço militar obrigatório pode expor os cristãos a mais assédio e hostilidade.  

O que a Portas Abertas faz para ajudar os cristãos no Uzbequistão? 

Portas Abertas fortalece a Igreja Perseguida na Ásia Central com literatura cristã, formação bíblica e profissional, e projetos de desenvolvimento socioeconômico. Também fornecemos ajuda imediata aos cristãos na Ásia Central quando eles são colocados na prisão, excluídos das famílias e comunidades, e privados de subsistência e emprego por causa da fé em Cristo.  

Como posso ajudar os cristãos perseguidos?  

Além de orar por eles, você pode ajudar de forma prática doando para os projetos da Portas Abertas de apoio aos cristãos perseguidos. Doando para esta campanha, você presenteia 11 cristãos secretos na Ásia Central com uma Bíblia digital.  



Pedidos de oração do Uzbequistão 

  • Clame para que a nova liderança do presidente Shavkat Mirziyoyev traga mudanças bem-vindas para a população cristã no país. 
  • Peça para que o Espírito Santo encorajeequipe e capacite os cristãos que enfrentam pressão e perseguição. 
  • Ore por proteção contínua e crescimento dos líderes da igreja no Uzbequistão, que podem enfrentar imensa pressão em suas funções 

Um clamor pelo Uzbequistão 

Pai celestial, estamos conscientes de que viver como cristão no Uzbequistão pode acarretar em enormes desafios e até mesmo perigo. Encoraje, equipe e capacite os cristãos diante da pressão e perseguição, e amenize toda a hostilidade contra eles. Conceda aos líderes da igreja sabedoria e discernimento enquanto navegam contra as restrições do Estado, e os mantenha em boa saúde e espírito. Guarde e proteja seus filhos. Amém.

Em 20 de junho de 1990, o Uzbequistão declarou a soberania do seu Estado e, em 31 de agosto de 1991, sua independência. Em 1° de setembro de 1991, foi proclamado o Dia da Independência Nacional. As eleições presidenciais foram realizadas pela primeira vez no país em 29 de dezembro do mesmo ano, e Islam Karimov foi eleito primeiro presidente do Uzbequistão. Ele permaneceu no poder até sua morte em 2 de setembro de 2016. Sob Karimov, a liberdade religiosa foi ficando cada vez mais restrita. 

Em 28 de novembro de 2018, o Departamento de Estado dos Estados Unidos colocou o Uzbequistão em uma Lista Especial de Observação por ter se envolvido ou tolerado severas violações de liberdade religiosa. O Uzbequistão tinha sido designado como País de Preocupação Particular de 2006 a 2017 e agora foi movido para a Lista Especial de Observação, após o Departamento determinar que o governo tinha feito substancial progresso em melhorar o respeito à liberdade religiosa. Isso é verdadeiro em partes. Igrejas oficialmente registradas, como a Igreja Ortodoxa Russa, a Igreja Católica Romana e a Igreja Batista realmente observaram pequenas melhoras. Mas para outros cristãos, principalmente ex-muçulmanos e secretos, a situação não mudou de fato. Eles continuam sendo alvo de batidas policiais, prisões e opressão. 

CENÁRIO POLÍTICO E LEGAL 

O Uzbequistão tem uma Constituição e um parlamento, mas, de fato, todo o poder está nas mãos do presidente. Todos os movimentos de oposição e meios de comunicação independentes são proibidos. Nas eleições presidenciais de 4 de dezembro de 2016, o presidente interino, Shavkat Mirziyoyev, tornou-se o segundo presidente do Uzbequistão. O novo governo se abriu em direção a seus vizinhos e à Rússia, mas as restrições à liberdade religiosa não mudaram. 

Nas décadas do governo do presidente Karimov (1991-2016), o Uzbequistão retirou-se de vários órgãos regionais, como a União Econômica Eurasiática, a Comunidade dos Estados Independentes e a Organização de Cooperação Econômica. O Uzbequistão desconfiou de muita influência da Rússia, mas os desenvolvimentos na Ucrânia desde 2014 tornou o regime consciente de que não pode agir de forma independente o quanto quiser. A Rússia anulou uma grande dívida do Uzbequistão em dezembro de 2014, mas a medidas com certeza teve consequências. 

As relações com as repúblicas vizinhas do Quirguistão e do Tajiquistão costumavam ser tensas. Houve confrontos étnicos entre uzbeques, tajiques e quirguizes nos últimos anos, mas o principal motivo para a tensão política é o abastecimento de água. O Uzbequistão depende muito da água dos rios Syr-Darya e Amu-Darya para a sua colheita de algodão. Esses rios entram no Uzbequistão através do Quirguistão e do Tajiquistão, e ambos os países consideram fazer uso dos rios para energia, construindo barragens. O Uzbequistão teme que isso prejudique a sua principal cultura e ameaçou iniciar uma guerra caso a água seja desviada de seu território. No entanto, o Uzbequistão tenta melhorar as relações com seus vizinhos e o presidente Mirziyoyev visitou praticamente todos os outros países da Ásia Central e a Rússia. Apesar disso, o Uzbequistão provavelmente permanecerá um país governado com mãos de ferro e com restrição a muitas liberdades (políticas, religiosas, de imprensa, etc.).  

A Constituição do Uzbequistão garante a liberdade de religião e crença e a separação entre governo e religião. Direitos constitucionais não podem interferir em interesses legais, direitos e liberdades de outros cidadãos, do Estado ou da sociedade. A lei prevê a restrição de atividades religiosas quando necessário para manter a segurança nacional, a ordem social ou a moralidade. A lei exige que grupos religiosos se registrem no governo e declara as atividades de grupos não registrados como ilegais. Também proíbe vários grupos religiosos declarados como “extremistas”.  

A lei restringe discurso público ou proselitismo, censura literatura religiosa e limita a posse domiciliar de material religioso de todos os tipos e formatos. Batidas em reuniões de grupos não registrados, buscas legais e ilegais e confisco de material religioso ilegal, incluindo telefones celulares e laptops que supostamente contêm material religioso, de residências particulares resultaram em uma combinação de multas, trabalho comunitário e penas de prisão. Houve pequenas mudanças referentes à liberdade religiosa desde que o presidente Mirziyoyev chegou ao poder em dezembro de 2016. O presidente Mirziyoyev simplesmente continuou com a dura opressão estabelecida por Karimov. 

CENÁRIO RELIGIOSO 

O Uzbequistão é o país mais populoso da Ásia Central e a religião principal do país é o islamismo. De acordo com o World Christian Database, 95,8% da população é muçulmana, predominantemente sunita. No entanto, seria errado chamar o Uzbequistão de país muçulmano, pois 70 anos de ateísmo durante a era soviética deixaram uma profunda influência. O governo (os herdeiros dos soviéticos ateus) é firmemente secular e mantém o islamismo sob controle, com os cidadãos seguindo mais a cultura islâmica do que aderindo aos ensinamentos islâmicos. 

As pessoas no Uzbequistão ainda reverenciavam o seu glorioso passado islâmico quando as universidades e madraças (escolas islâmicas) de Samarcanda e Bukhara eram famosas pela pesquisa científica e atraíam pessoas de todo o mundo. Seus três reinos muçulmanos (khanates) já chegaram a controlar, uma vez, vastas áreas da Ásia Central (área geográfica muito maior que o atual Uzbequistão). 

Embora o islamismo no país seja geralmente de caráter tradicional e moderado, a nação sofreu ataques, no passado, de grupos islâmicos radicais como o Movimento Islâmico do Uzbequistão (IMU) e a União Islâmica da Jihad, ambos conectados à Al-Qaeda. Por agora, o governo conseguiu expulsá-los do país. O vale de Fergana, no Sudeste do Uzbequistão, é conhecido pela presença de muçulmanos radicais. Muitos jovens uzbeques sentem-se inspirados pelas atividades de grupos islâmicos radicais, como o Estado Islâmico (EI). Estima-se que centenas estejam lutando com o EI. 

A pequena minoria cristã, de apenas 1,1% da população, é fraca devido a muita divisão e pouca cooperação entre as diferentes denominações. Infelizmente, há poucas exceções a isso, o que é um trunfo nas mãos do governo. 

Todas as categorias de comunidades cristãs enfrentam alguma forma de perseguição no Uzbequistão. As igrejas ortodoxas russas enfrentam menos problemas por parte do governo, já que geralmente não tentam fazer contato com a população uzbeque. São os cristãos ex-muçulmanos nativos que suportam o peso da perseguição, tanto nas mãos do Estado, como da família, amigos e comunidade. Onde as igrejas não são registradas, os cristãos enfrentam repetidas batidas policiais, ameaças e multas.  

Nenhuma atividade religiosa fora das instituições controladas e administradas pelo governo é permitida. Protestantes geralmente são rotulados de “extremistas” pela prática de uma religião fora das estruturas sancionadas pelo governo. É muito comum que membros de igrejas protestantes sejam considerados seguidores de uma seita estrangeira que tem apenas um objetivo: espiar e destruir o atual sistema político. Nessa perspectiva, eles não precisam ser apenas controlados, mas, se necessário, erradicados. Forças de segurança estabeleceram medidas de monitoramento para encontrar supostos extremistas. Isso também afeta cristãos e igrejas.  

Se cidadãos nativos (que são muçulmanos) se converterem ao cristianismo, é provável que experimentem pressão e até mesmo violência física por parte da família, amigos e comunidade local para forçá-los a voltar à antiga fé. Alguns ex-muçulmanos são trancados pela família por longos períodos, agredidos fisicamente e até mesmo expulsos da comunidade. Mulás (pregadores islâmicos) pregam contra eles, somando à pressão. Como resultado, a maioria dos convertidos do islamismo fará o possível para esconder a fé, tornando-se cristãos secretos.  

CENÁRIO ECONÔMICO 

A economia uzbeque é caracterizada por altas taxas de desemprego, pobreza e inflação. Como é impossível proporcionar empregos para todas as pessoas dentro do Uzbequistão, há uma migração laboral enorme — aproximadamente de 7 a 8 milhões de homens uzbeques estão trabalhando no exterior, principalmente na Rússia e no Cazaquistão. O dinheiro que eles enviam para casa, cerca de 5,67 bilhões de dólares por ano, representa 16,3% da renda anual do Uzbequistão. Os trabalhadores migrantes são vulneráveis, mas também há efeitos positivos, já que os uzbeques que trabalham no exterior estão mais abertos ao alcance dos cristãos. 

A economia uzbeque é dependente do cultivo de algodão. Tudo é sacrificado para aumentar o rendimento dessa safra. Professores, estudantes, funcionários públicos, prisioneiros e muitos outros são obrigados a ajudar a fazer a colheita a cada ano. O uso de pesticidas é enorme e afetou negativamente a saúde pública. A água está sendo drenada dos dois principais rios (Amy Darya e Syr Darya) para irrigar os campos de algodão em grandes quantidades, a ponto de haver quedas constantes do nível pluvial, que causou um afundamento permanente dos níveis de água do Mar de Aral. 

O Uzbequistão ocupa uma posição estratégica na conexão Oriente-Ocidente entre a China e o Ocidente. Está sendo pressionado pela China e pela Turquia para a construção de uma nova versão da Rota da Seda. Isso significa que há enormes atividades de construção em andamento, como estradas para caminhões e trilhos de trens. 

CENÁRIO SOCIOCULTURAL 

Uzbeques compõem a maioria da população (80%). Outros grupos étnicos incluem russos (2%), tajiques (5%), cazaques (3%), karakalpaks (2,5%) e tatares (1,5%). 

A corrupção é endêmica em todos os níveis de administração e governo. Os grupos de poder dentro do regime não têm interesse em perder a oportunidade de ganhar dinheiro. As mudanças no governo desde dezembro de 2016 não parecem ter trazido nenhuma ação contra isso. 

Outro fenômeno social é que mais de um quarto da população uzbeque tem menos de catorze anos de idade. Esse chamado salto juvenil exerce uma enorme pressão sobre o governo para criar novas oportunidades de trabalho a cada ano. Isso também significa que o Uzbequistão enfrentará grandes mudanças em um futuro não muito distante, já que a maioria da população não terá mais afinidades com o passado soviético. 

Graças ao antigo sistema educacional soviético, praticamente todo cidadão do Uzbequistão é alfabetizado. Isso significa que pessoas interessadas na mensagem cristã podem receber materiais em seu próprio idioma. Porém, a maioria dos trabalhos deve ser feita de forma não oficial devido às restrições impostas pelo governo — todos os materiais devem ser aprovados e somente os grupos registrados podem estar ativos. 

Os primeiros cristãos a entrar na Ásia Central, incluindo o Uzbequistão, eram missionários nestorianos no século 4. O nestorianismo é uma doutrina cristológica proposta por Nestório, patriarca de Constantinopla (428-431). A igreja nestoriana experimentou um período de declínio a partir do século 14, quando os governantes mongóis da região decidiram se converter ao islamismo. Posteriormente, o cristianismo nestoriano foi confinado em grande parte à Mesopotâmia Superior e à Costa Malabar da Índia. 

A presença atual de cristãos no Uzbequistão data do século 19. Em 1867, o Império Russo expandiu seu território para a Ásia Central através de várias campanhas militares, trazendo russos étnicos que pertenciam principalmente à Igreja Ortodoxa Russa. 

Durante a Segunda Guerra Mundial, Josef Stalin ordenou a deportação de um grande número de alemães, ucranianos, poloneses e coreanos da Rússia para a Ásia Central, temendo que eles, de outra forma, apresentassem algum risco de segurança. Com eles, outras denominações cristãs chegaram ao Uzbequistão. Depois que o Uzbequistão se tornou um país independente em 1991, as comunidades cristãs não tradicionais tornaram-se ativas entre a população uzbeque. 

REDE ATUAL DE IGREJAS 

A comunidade cristã histórica presente no Uzbequistão é a Igreja Ortodoxa Russa, que já se acostumou às limitações impostas pelo governo e, até certo ponto, não é perturbada. Os cultos podem ser monitorados, mas são conduzidos sem obstáculos e os membros podem se reunir sem medo de serem presos. No entanto, a impressão e a importação de materiais cristãos são restritas. 

As comunidades de muçulmanos convertidos ao cristianismo suportam o peso da perseguição no Uzbequistão. Além de sofrer nas mãos do Estado, também estão sob forte pressão da família, amigos e comunidade. Para eles, a comunidade é de longe a mais poderosa. 

Depois dos cristãos ex-muçulmanos, as comunidades cristãs não tradicionais são o segundo grupo mais perseguido, principalmente quando as igrejas não são registradas. Esses grupos enfrentam batidas policiais, ameaças, prisões e multas. 

O Uzbequistão é o país mais populoso da Ásia Central e a religião principal é o islamismo

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