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Irã

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Irã
  • Tipo de Perseguição: Opressão islâmica, paranoia ditatorial, protecionismo denominacional, corrupção e crime organizado, opressão do clã
  • Capital: Teerã
  • Região: Oriente Médio
  • Líder: Aiatolá Ali Khamenei
  • Governo: República teocrática
  • Religião: Islamismo, zoroastrismo, cristianismo e judaísmo
  • Idioma: Persa, azeri, curdo, gilaki, mazandarani, luri, balúchi e árabe
  • Pontuação: 86


POPULAÇÃO
86 MILHÕES


POPULAÇÃO CRISTÃ
1,2 MILHÃO

DOAR AGORA

R$

Como é a perseguição aos cristãos no Irã? 

O Irã é governado por um regime islâmico cada vez mais rígido, que vê a existência de igrejas domésticas no país como uma tentativa dos países ocidentais de minar o islamismo e sua autoridade. 

Quando pessoas de origem muçulmana se tornam cristãs, elas só podem se reunir em igrejas domésticas secretas. Elas correm grande risco de serem monitoradas, assediadas, presas e condenadas por “crimes contra a segurança nacional” — uma acusação que é mal definida, e pode ser usada de forma abusiva. Membros e líderes de igrejas domésticas receberam longas sentenças de prisão envolvendo abuso mental e físico. 

Cristãos iranianos podem ser banidos da educação, perder seus empregos e ter dificuldade para voltar ao trabalho. Para mulheres, a situação é ainda mais precária porque a lei iraniana concede poucos direitos elas. Por crerem em Jesus, elas provavelmente serão punidas de forma violenta ou divorciadas dos maridos e terão os filhos tomados delas se a fé for descoberta. 

Os cristãos assírios e armênios têm uma presença antiga no Irã; eles são protegidos pelo Estado, mas tratados como cidadãos de segunda classe. Eles não têm permissão para deixar cristãos de origem muçulmana participarem dos cultos, nem permitir que cultuem em persa, a língua nacional. 

Não é surpresa que muitos cristãos iranianos se sentem forçados a deixar o Irã e começar uma nova vida em outro lugar. 

“Quando estivemos no confinamento solitário, a única coisa que nos fortalecia era orar. Apenas Deus pode ir a esses lugares escuros e masmorras e ser força para seus filhos.” 

Ali, cristão perseguido no Irã que teve que fugir para a Turquia com a família devido à constante discriminação 

O que mudou este ano? 

A perspectiva para cristãos iranianos, em particular os convertidos do islamismo para o cristianismo, é que não há possibilidade de melhora. A pressão aos cristãos permanece extrema em todas as esferas da vida. Houve um aumento nos relatos de incidentes violentos, incluindo um sequestro. As instituições políticas do país, incluindo a presidência, são todas dominadas por radicais que não toleram o cristianismo, principalmente a conversão para o cristianismo. 

A alteração e o endurecimento do código penal em 2021, que também é usado para condenar cristãos, fazem parte de um desenvolvimento mais amplo no qual o Irã está se tornando um Estado totalitário. A vigilância do Estado está aumentando e as autoridades exercem um domínio crescente nas atividades e na vida diária, uma atitude refletida nas respostas severas aos protestos que se seguiram após a morte de Mahsa Amini, em 16 de setembro de 2022.  

Quem persegue os cristãos no Irã?  

O termo “tipo de perseguição” é usado para descrever diferentes situações que causam hostilidade contra cristãos. Os tipos de perseguição aos cristãos no Irã são: opressão islâmica, paranoia ditatorial, protecionismo denominacional, corrupção e crime organizado, opressão do clã. 

Já as “fontes de perseguição” são os condutores/executores das hostilidades, violentas ou não violentas, contra os cristãos. Geralmente são grupos menores (radicais) dentro do grupo mais amplo de adeptos de uma determinada visão de mundo. As fontes de perseguição aos cristãos no Irã são: oficiais do governo, líderes religiosos não cristãos, partidos políticos, grupos paramilitares, parentes, líderes de grupos étnicos, líderes religiosos cristãos. 

Quem é mais vulnerável à perseguição no Irã? 

Convertidos do islamismo correm um risco muito alto no Irã. Cristãos que se encontram em áreas urbanas podem ser mais monitorados e presos pelas autoridades. Em áreas rurais, cristãos enfrentam mais controle e pressão social, que tornam qualquer tipo de reunião cristã muito difícil. 

Como as mulheres são perseguidas no Irã? 

A maioria dos membros das igrejas domésticas no Irã são mulheres. Já que há pouca proteção legal para qualquer mulher iraniana, mulheres cristãs detidas pelas autoridades estão em um perigo considerável. Elas correm risco de ser assediadas sexualmente durante o interrogatório e o aprisionamento. Envergonhar as mulheres dessa forma é um caminho efetivo para manchar sua reputação e prejudicar seu status social, e pode prejudicar suas chances de encontrar trabalho. 

Mulheres cristãs são forçadas a aderir a normas islâmicas — mulheres que aparecem em público sem a vestimenta islâmica podem ser açoitadas e multadas. 

Jovens convertidas ao cristianismo podem ser colocadas sob prisão domiciliar pela família e rapidamente casadas com um homem muçulmano; meninas de apenas nove anos podem ser casadas legalmente. Mulheres casadas que se tornam cristãs podem ser forçadas a se divorciar e perder a guarda dos filhos. Não há proteção legal para mulheres iranianas contra abuso doméstico, então há uma chance alta de convertidas cristãs enfrentarem punições violentas do próprio marido e da família, e é muito difícil para elas fugirem já que a mulher casada precisa da permissão do marido para deixar o país. 

Como os homens são perseguidos no Irã? 

Em contraste com as mulheres, homens que se convertem ao cristianismo não são vistos como “equivocados”, mas como alguém quem fez escolhas erradas de forma intencional. Como resultado, eles correm mais risco de ser presos, condenados, abusados ou severamente punidos e receber longas sentenças de prisão. 

Se não forem presos, eles podem perder o emprego, levando a família a sofrer. Eles podem ter que fugir do país, com ou sem a família. Quando cristãos maduros deixam o país, isso enfraquece a igreja iraniana. 

O que a Portas Abertas faz para ajudar os cristãos no Irã? 

Parceiros da Portas Abertas apoiam a igreja no Irã com presença ministerial online, iniciativas cristãs multimídias e advocacy. 

Como posso ajudar os cristãos perseguidos no Irã? 

Além de orar por eles, você pode ajudar de forma prática doando para os projetos da Portas Abertas de apoio aos cristãos perseguidos. Doando para esta campanha, sua ajuda vai para locais onde a perseguição é extrema e a necessidade é mais urgente. 

QUERO AJUDAR 

Pedidos de oração do Irã 

  • Ore para que Jesus liberte muitos corações no Irã, levando-os a conhecê-lo.
  • Clame para que o cristianismo não seja mais interpretado como uma ideia estrangeira. 
  • Interceda por coragem e uma fé fortalecida para cristãos iranianos que se reúnem em segredo.


Um clamor pelo Irã
 

Pai celestial, agradecemos porque sua igreja está crescendo no Irã apesar das tentativas extremas de suprimi-la. Continue tornando os corações livres por meio do evangelho. Por favor, proteja nossos irmãos e irmãs e seus direitos, para que eles não tenham que fugir do país, mas fiquem e construam uma igreja iraniana forte e madura. Pedimos que comunidades e famílias passem a ver os cristãos iranianos como genuínos, não como um produto do mundo ocidental, e sejam tocadas pela fé, coragem e amor deles. Amém. 

Centro do antigo Império Persa, o Irã foi uma região de grande poder e influência na Antiguidade. Por causa da posição estratégica e abundantes fontes de petróleo, também foi palco de disputas territoriais. Depois dos persas, um dos maiores grupos que dominou a região foram os gregos, durante a expansão de Alexandre, o Grande.  

No século 7, árabes muçulmanos chegaram à região e, a partir do século 9, sucessivas invasões persas, turcas e mongóis combatiam pelo domínio do Irã. Apenas no século 16 elas cessaram, com a ascensão do Império Safavida, que começou a mesclar a tradição persa e a tradição islâmica e durou até 1736. 

Depois de sucessivas dinastias que tentaram modernizar o Irã e atender aos objetivos do Ocidente para a região, o último rei antes da revolução, Shah, perdeu o apoio do poder religioso e político e das forças populares, abrindo caminho para um golpe. Em 1979, começou a Revolução Iraniana que tornou o Irã uma república islâmica. Como resultado, os clérigos islâmicos xiitas assumiram o controle político, proibindo qualquer influência ocidental. Hoje, o clérigo mais antigo e influente é o líder supremo aiatolá Ali Khamenei, que sancionou censuras aos meios de comunicação, gerou repressão à liberdade das mulheres durante os anos 2000 e começou a provocar outras nações com o programa nuclear iraniano. 

Em julho de 2015, um acordo entre Irã e seis potências mundiais foi assinado com o objetivo de restringir o programa nuclear iraniano em troca da retirada de sanções internacionais. 

Eleições em 2021 e o poder do aiatolá 

Depois de alternância entre líderes moderados e radicais, as eleições presidenciais em junho de 2021 foram vencidas pelo antigo líder do judiciário, Ebrahim Raisi, um confidente do líder supremo, Ali Khamenei. Isso tudo mostra que no final — apesar de parecer um processo democrático — é o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, que controla as condições políticas no Irã. 

O Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, da sigla em inglês), de julho de 2015 — que é popularmente conhecido como “O Acordo Iraniano” — levou a um Irã mais próspero e confiante, cuja influência na região cresceu. Entretanto, em maio de 2018, os Estados Unidos anunciaram sua retirada do acordo nuclear e a reintegração das sanções contra o Irã. Como resultado, a economia iraniana tem enfrentado dificuldades desde então. Os moderados, incluindo o ex-presidente Rouhani, tentaram manter o acordo com os outros signatários (principalmente Estados Unidos, Alemanha, França e Reino Unido). Entretanto, o aumento da tensão entre Irã e Estados Unidos levou o Irã a violar os termos do acordo. Com o Irã chegando mais perto de desenvolver uma bomba nuclear, teme-se que as conversas acabem em um conflito armado. 

O surto da COVID-19 em 2020 fez com que o Irã se tornasse o país mais afetado pela pandemia no Oriente Médio. Oficialmente, foram contabilizadas 145 mil mortes até dezembro de 2022.  

Em 2022, a morte da jovem Jina Mahsa Amini por não ter usado o hijab (véu muçulmano) corretamente enquanto visitava os pais no Irã desencadeou inúmeros protestos que pressionaram o governo a iniciar algumas mudanças e abertura política. Um dos marcos históricos recentes foi a autorização às mulheres para andarem sem o hijab no Irã, algo que não acontecia há 46 anos. 

O Irã é um país montanhoso, árido e etnicamente diverso no Sudoeste da Ásia. O país contém uma grande riqueza cultural e social que data de 550 a.C. A cultura persa pode ser rastreada às origens bem antes da chegada do islamismo e iranianos são orgulhosos dessas raízes culturais pré-islâmicas, que também encontram expressão nos nomes persas dados aos filhos. 

O território iraniano consiste em grande parte em um planalto desértico, com cadeias de montanhas que mantêm a umidade fora do país. O país faz fronteira com Azerbaijão, Armênia, Turcomenistão, Paquistão, Afeganistão, Turquia e Iraque. 

Teerã é a capital do país conhecida pela arquitetura singular. Muito das construções do país foi perdido durante a Revolução Iraniana, mas ainda hoje algumas estruturas estão preservadas e se combinam com os edifícios modernos.   

As principais línguas usadas no Irã são o persa e o curdo. Os curdos são uma das minorias iranianas. Os outros grupos étnicos são os armênios e os assírios. A maior parte da população vive na região urbana. Por causa do governo autoritário, muitos jovens escolhem deixar o país e a comunidade internacional não mantem um bom relacionamento com o Irã, o que resulta em sanções e isolamento para o país. 

Religião x legislação 

A maioria dos iranianos segue o islamismo xiita, que é a religião oficial do Estado. Entretanto, uma minoria significativa, 10%, segue o islamismo sunita. Todas as leis devem ser consistentes com a interpretação oficial da sharia (conjunto de leis islâmicas). A Constituição proíbe o parlamento de aprovar leis contrárias ao islamismo e os estados de criarem emendas para disposições relacionadas ao “caráter islâmico” do sistema político ou legal ou para a especificação do islamismo xiita como religião oficial.  

Para guardar as ordenanças do islamismo e garantir a compatibilidade com a legislação aprovada pelo parlamento, o Conselho dos Guardiões, que consiste em estudiosos e clérigos xiitas deve revisar e aprovar todas as legislações. O Conselho dos Guardiões também revisa todos os candidatos para os mais altos cargos públicos, como presidente e parlamentares. Isso explica por que mesmo os reformistas do governo são conservadores e por que os cristãos e outras minorias religiosas são impedidos de assumir altos cargos e outras posições de influência no sistema. 

Na visão do governo, e na visão de alguns da sociedade em geral, persas étnicos são por definição muçulmanos, e por isso persas étnicos cristãos são considerados apóstatas. Isso torna quase todas as atividades cristãs ilegais, especialmente quando ocorrem em língua persa, seja evangelismo, treinamento bíblico, publicação de livros cristãos ou pregação em persa.  

O interesse no cristianismo e outras religiões não islâmicas continua entre uma população predominantemente desiludida com o islamismo. Cristãos locais relatam um aumento do agnosticismo e uma aderência nominal ao islamismo, especialmente em áreas urbanas. Não ser um muçulmano leva a diversas limitações e discriminações injustas para a vida pública e privada no Irã.  

As comunidades histórias cristãs assíria e armênia são reconhecidas e protegidas pelo Estado, mas seus membros são tratados como cidadãos de segunda classe e não podem ter contato com cristãos de origem muçulmana de fala persa ou tê-los participando de seus cultos. 

De acordo com Atos 2, os iranianos (partos, medos e elamitas) estavam entre os primeiros seguidores de Jesus Cristo. Tumbas de 60 cristãos datadas do século 3 foram encontradas na ilha de Kharg, perto da costa do Irã, indicando uma forte presença cristã naquele período. 

A igreja iraniana tinha alguma importância como indicado pelo fato de que o bispo João da Pérsia, das igrejas de toda a Pérsia e da grande Índia, participou do primeiro Concílio de Niceia, em 325. Em 344, uma onda de perseguição começou quando os cristãos foram acusados de conspirar com o Império Romano. Nos 40 anos seguintes, pelo menos 35 mil cristãos foram mortos. Entretanto, a igreja sobreviveu e, no Concílio de Mar Isaque (410), se tornou independente da igreja do Oriente, adotando o credo niceno. 

A separação das igrejas ocidentais aconteceu em seguida quando ajudaram o “herético” arcebispo Nestório a adotar seu próprio credo em 486, que foi rejeitado pelo monofisismo e pelo Concílio de Calcedônia. Apesar da perseguição que se seguiu e da forte resistência dos zoroastrianos, a igreja teve forte influência para o Xá declarar em 590: “Meu trono permanece sobre quatro pés... sobre judeus e cristãos, bem como magos e zoroastrianos”. A igreja nestoriana foi muito ativa ao espalhar o cristianismo na Ásia Central, Índia, Mongólia e, até mesmo, na China. 

Os árabes invadiram a Pérsia em 642. Quando o islamismo criou raízes, a população cristã foi forçada à “submissão”. A adoração pública se tornou severamente restrita, cristãos tinham que pagar o dobro das taxas e não tinham direito a cargos públicos. Evangelizar se tornou difícil e muitos não muçulmanos se converteram ao islamismo. No entanto, o verdadeiro golpe foi com a ação do Império Mogol, que entre os séculos 12 e 14 destruiu completamente a igreja oriental. Em 1830, remanescentes da Igreja Nestoriana entraram em acordo com Roma e se tornaram “católicos caldeus”. 

Foi a chegada dos cristãos armênios do Norte, a partir do século 16, que estabeleceu uma comunidade cristã permanente no Irã, apesar dos tempos de perseguição. Os cristãos armênios foram bem relacionados aos compatriotas que moravam em países estrangeiros e muitas vezes atendiam a função de ponte entre Irã e o mundo exterior. Embora menos bem tratados desde a Revolução Iraniana de 1979, eles ainda estavam presentes no Irã. 

Missionários protestantes se estabeleceram a partir do século 19, quando foram responsáveis pela tradução do Novo Testamento para o persa, em 1812. Entretanto, a maioria dos membros da igreja protestante vieram de um contexto nestoriano, já que o trabalho missionário entre os muçulmanos continuava difícil. A Igreja Anglicana, que tinha a maioria de cristãos de origem muçulmana, contava com apenas 350 deles em 1936. No entanto, a influência cristã nos séculos 19 e 20 foi significativa para escolas, hospitais e clínicas de vilas comandados por cristãos. Restrições maiores vieram da Revolução Iraniana de 1979. O proselitismo se tornou ilegal, a conversão punível de morte e a construção de novas igrejas impossível. 

A igreja hoje 

Apesar dos cristãos armênios e assírios desfrutarem de alguma liberdade religiosa, eles permanecem rigidamente monitorados e restritos. Quase não há contato entre cristãos de igrejas históricas e os de origem muçulmana. Os cristãos de origem muçulmana não desfrutam de nenhuma liberdade religiosa e precisam manter a fé escondida. Se a fé de um novo convertido se torna conhecida, provavelmente ele perderá o emprego. Oficiais do governo o pressionarão para renunciar à fé, bem como a sociedade em geral. 

O Serviço de Inteligência Iraniana (MOIS, da sigla em inglês) monitora de perto atividades cristãs e de outras minorias religiosas, junto com a Guarda Revolucionária (IRCG, da sigla em inglês). Eles são responsáveis por invasões a encontros de cristãos em casas, prisão de todos os participantes e confisco de propriedade privada. Os que são presos são submetidos a interrogatórios intensos e, com frequência, agredidos. 

O cristianismo é considerado uma influência ocidental e uma ameaça à identidade islâmica da República. Esse é principalmente o caso já que o número de cristãos tem crescido consideravelmente nos últimos anos — sobretudo o número de cristãos de origem muçulmana — e até mesmo filhos de líderes políticos e clérigos têm deixado o islamismo e se convertido ao cristianismo. Já que praticamente todos os cultos em igrejas de fala farsi são proibidos e apenas algumas comunidades antigas permanecem, a maioria dos convertidos se reúne em encontros informais em casas ou recebem informações sobre a fé cristã por meio de mídias, como TV via satélite e internet. 

Sobre nós

Uma organização cristã internacional que atua em mais de 60 países apoiando os cristãos perseguidos por sua fé em Jesus.

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