25

Turcomenistão

TM
Turcomenistão
  • Tipo de Perseguição: Paranoia ditatorial, opressão islâmica, opressão do clã
  • Capital: Ashgabat
  • Região: Ásia Central
  • Líder: Gurbanguly Berdimuhamedow
  • Governo: República presidencialista
  • Religião: Islamismo, cristianismo
  • Idioma: Turcomano, russo e uzbeque
  • Pontuação: 69


POPULAÇÃO
6,1 MILHÕES


POPULAÇÃO CRISTÃ
67,3 MIL

Como é a perseguição aos cristãos no Turcomenistão?

No Turcomenistão, a perseguição aos cristãos está enraizada na sociedade. O governo torna difícil imprimir ou importar materiais religiosos e monitora tanto as igrejas históricas como as protestantes não registradas.  

Além da pressão do governo, os cristãos ex-muçulmanos são pressionados e hostilizados pela família e pela comunidade até que voltem ao islamismo.   

A vida ainda é difícil para Umid. Ele não está curado depois do período de prisão. Ele ainda tem pesadelos e está com medo. O fato de o governo o observar quando viaja dentro do país também não ajuda. Umid tem medo de que o governo o prenda novamente se ele cometer algum erro.

Yousef (pseudônimo), parente de Umid, um cristão perseguido que passou três anos na prisão por causa da fé  

O que mudou este ano? 

O Turcomenistão caiu algumas posições na Lista Mundial da Perseguição 2022, apesar de o país viver como se a pandemia de COVID-19 não existisse. As autoridades tratam o direito à liberdade religiosa como um assunto opcional, tornando a vida do cristão local muito difícil. O governo acredita que a expressão do cristianismo prejudica o controle social. Os cristãos ex-muçulmanos são mais pressionados pela família e pela sociedade. Como consequência, enfrentam violência, ameaças e podem ser até mortos.

Quem persegue os cristãos no Turcomenistão? 

O termo “tipo de perseguição” é usado para descrever diferentes situações que causam hostilidade contra os cristãos. Os tipos de perseguição aos cristãos no Turcomenistão são: paranoia ditatorial, opressão islâmica e opressão do clã.  

Já as “fontes de perseguição” são os condutores/executores de hostilidades, violentas ou não violentas, contra os cristãos. Geralmente são grupos menores (radicais) dentro do grupo mais amplo de adeptos de uma determinada visão de mundo. As fontes de perseguição aos cristãos no Turcomenistão são: oficiais do governo, partidos políticos, cidadãos e quadrilhas, parentes, líderes de grupos étnicos, líderes religiosos não cristãos.  

Quem é mais vulnerável à perseguição no Turcomenistão? 

Os líderes da Igreja são especialmente alvos de perseguição. Eles são considerados culpados por afastar as pessoas do islã. Para controlar as atividades cristãs, o governo turcomano vigia a todos. Apesar de qualquer seguidor de Jesus experimentar algum nível de violação de direitos, os ex-muçulmanos são os mais afetados pela violência direta em áreas rurais.   

Como as mulheres são perseguidas no Turcomenistão? 

As mulheres ex-muçulmanas enfrentam agressão, prisão domiciliar, abuso verbal, ameaças e rejeição. Em regiões onde há uma rígida interpretação da sharia (conjunto de leis islâmicas), as convertidas podem ser sequestradas e forçadas a se casar com um muçulmano. 

Mulheres e meninas permanecem vulneráveis ao assédio e à violência sexual, embora não relatem os casos devido ao estigma e à vergonha. O abuso de mulheres é usado para intimidar e causar angústia aos maridos e membros da família. Dessa forma, a igreja no Turcomenistão fica amedrontada e se sentindo impotente.   

Como os homens são perseguidos no  Turcomenistão? 

Os homens cristãos ocupam cargos de liderança na igreja e na família. A pressão e a violência dirigidas a eles afetam os parentes e as congregações inteiras. Tudo isso resulta em medo, raiva e dificuldades financeiras. 

Segundo os seguidores de Jesus locais, os agentes do Estado procuram motivos para aplicar multas. Os muçulmanos obstruem as atividades comerciais, dessa forma, muitos empresários cristãos precisam manter a fé em segredo.  

Além disso, os convertidos do sexo masculino enfrentam assédio e interrogatório por parte da família e da comunidade local. Eles também são ameaçados, deserdados, envergonhados publicamente e agredidos.  

O que a Portas Abertas faz para ajudar os cristãos no Turcomenistão?

A Portas Abertas fornece ajuda imediata aos cristãos na Ásia Central quando eles estão presos, são excluídos das famílias e comunidade e privados de sustento e empregoTambém fortalece a Igreja Perseguida por meio de treinamento bíblico e discipulado. 

Como posso ajudar os cristãos perseguidos no Turcomenistão?  

Além de orar por eles, você pode ajudar de forma prática doando para os projetos da Portas Abertas de apoio aos cristãos perseguidos. Doando para esta campanha, você permite que jovens recebam educação sobre vida cristã, identidade e propósito em Cristo.  

Pedidos de oração do Turcomenistão 

  • Interceda pelos líderes da igreja turcomena. Peça que sejam guardados e fortalecidas por Deus e consigam apoiar os irmãos que estão presos para que sejam firmes e consigam retornar à liderança das igrejas.  
  • Clame a Deus para mudar o coração das autoridades, que elas desapeguem do poder e tenham um encontro real com Jesus. 
  • Ore pelos parceiros da Portas Abertas em toda a região da Ásia Central. Peça pelo trabalho nas regiões de maioria muçulmana, para que os cristãos sejam fortalecidos e tenham a certeza de que não estão sozinhos.  

Um clamor pelo Turcomenistão 

Querido pai, fortaleça nossos irmãos no Turcomenistão que procuram viver conforme a sua vontade. Livre-os do perigo, do mal e os fortaleça em seu amor e esperança. Por amor de seu filho Jesus, amém. 

Após 69 anos como parte da União Soviética, o Turcomenistão declarou sua independência em 27 de outubro de 1991. Até a morte do ex-presidente Saparmurat Niyazov em 2006, o país estava no ápice de seu culto à personalidade quase religiosa, com base em seu livro, chamado “Ruhnama”. Esse livro e sua filosofia dominaram a vida pública e foram ensinados em escolas e universidades. Talvez o clímax dessa reverência fosse a construção de uma enorme torre na capital, Ashgabat, que estava coberta por uma estátua dourada e rotativa do então presidente. A estátua estava sempre de frente para o sol. A explicação oficial era que o sol seguia a estátua e não o contrário. Não é surpreendente que os observadores tenham se referido ao país como a Coreia do Norte da Ásia Central. 

Gurbanguly Berdimuhamedow assumiu o cargo após a morte do presidente Niyazov em dezembro de 2006 e cancelou algumas de suas decisões, como, por exemplo, nomear meses e dias de acordo com os heróis turcomanos, mas ele teve de se mover com cuidado para substituir seu predecessor, que tinha sido reverenciado quase como um deus. O ensino obrigatório de Ruhnama no sistema educacional do país foi gradualmente reduzido. A estátua dourada foi movida para os arredores de Ashgabat. 

Não demorou muito para que Berdimuhamedow desenvolvesse o próprio culto à personalidade em torno do título honorário “Arkadag” (protetor). Após a reeleição de Berdimuhamedow em 2012, uma nova era foi anunciada: a “Era da Felicidade Suprema”. O regime decidiu derrubar milhares de casas e reconstruir a capital Ashgabat como uma cidade de mármore branco. 

Em 25 de maio de 2015, as autoridades do Turcomenistão inauguraram uma estátua gigante do presidente Berdimuhamedow montado a cavalo, segurando uma pomba — tudo coberto com uma camada de ouro de 24 quilates. Em setembro de 2016, foram feitas emendas constitucionais para permitir que o presidente disputasse as eleições presidenciais futuras, independentemente da idade. 

Em julho e agosto de 2019, houve uma grande comoção no Turcomenistão quando foi noticiada a suposta morte do presidente Berdimuhamedow. Depois de ficar sem ser visto por semanas, apareceu na abertura de uma conferência. Nenhuma explicação foi dada para sua ausência, mas isso mostra o quão importante é a posição do presidente. 

CENÁRIO POLÍTICO E LEGAL 

O Turcomenistão é uma república presidencialista, pela qual o presidente é chefe de Estado e chefe de Governo. Não são permitidos partidos de oposição. O poder está concentrado na presidência; o judiciário é totalmente subordinado ao governo, com todos os juízes nomeados para um mandato de cinco anos pelo presidente, sem revisão legislativa. 

O Turcomenistão é o país da Ásia Central com o mais alto nível de controle do Estado em quase todos os aspectos da vida. O Departamento de Estado dos Estados Unidos informa que o regime impôs “leis e políticas que restringem a liberdade religiosa através de requisitos de registro, regulação rigorosa da produção e disseminação de literatura religiosa e restrições às atividades permitidas de grupos religiosos e indivíduos”. 

O país é estritamente controlado, pois herdou muitos aspectos de segurança da antiga União Soviética. Todas as fronteiras são guardadas pela polícia, serviço secreto e exército, principalmente as fronteiras com o Afeganistão. Há postos policiais ao longo de todas as principais estradas. A mídia é monitorada e há riscos de que alguns salões públicos, mas também quartos de hotel, sejam grampeados.  

A palavra-chave com relação à tendência no Turcomenistão é estabilidade. Nas últimas décadas houve pouca mudança no país. O governo ditatorial não enfrenta desafios de nenhuma forma de oposição (sem manifestações de nenhum tipo) e tem imposto severa vigilância em quase todos os aspectos da vida. Milhares de pessoas são enviadas à prisão ou campos de trabalho forçado todos os anos. O Turcomenistão é chamado de Coreia do Norte da Ásia Central.  

Desde maio de 2015, a Comissão do Estado de Organizações Religiosas e Avaliação Especializada de Recursos de Informação Religiosos (SCROEERIR) é responsável pelo controle de assuntos religiosos. A Lei sobre Organizações Religiosas e Liberdade Religiosa exige que todas as organizações religiosas, inclusive as que já estão registradas sob a lei de religião anterior, se registrem novamente com o Ministério da Justiça para poder operar legalmente. Esse processo envolve o Ministério de Assuntos Estrangeiros, Ministério da Segurança Nacional, Ministério de Assuntos Internos e outras agências do governo.  

A lei regula que o Ministério da Justiça não deve registrar uma organização religiosa se seu objetivo ou atividades contradisserem a Constituição do país ou se não for reconhecida como uma religião pela SCROEERIR, sob a liderança do grande mufti (acadêmico islâmico a quem é reconhecida a capacidade de interpretar a sharia). A lei também prevê que o governo pode dissolver uma organização religiosa por atividades que violem os interesses dos cidadãos do país ou que prejudiquem sua “saúde e moral”. A lei proíbe toda atividade de grupos religiosos não registrados. 

Nenhuma atividade religiosa fora das instituições administradas ou controladas pelo governo é permitida. Os protestantes geralmente são chamados de “extremistas” devido a suas atividades religiosas fora das estruturas sancionadas pelo Estado. Os membros das igrejas protestantes são vistos como seguidores de uma seita alienígena que tem apenas um objetivo: espionar e destruir o atual sistema político. Nessa perspectiva, eles precisam ser não apenas controlados, mas, se necessário, até erradicados.   

CENÁRIO RELIGIOSO 

De acordo com o World Christian Database (WCD), 96,3% da população é muçulmana — predominantemente sunita. No entanto, seria errado chamar o Turcomenistão de um país muçulmano. Cerca de 70 anos de ateísmo durante a era soviética deixaram uma profunda influência. O governo é firmemente secular e tem o islã sob controle. Os cidadãos muçulmanos seguem a cultura islâmica básica em vez dos ensinamentos muçulmanos rigorosos. 

De acordo com o WCD, as próximas maiores categorias religiosas são os agnósticos e ateus, encontrados principalmente na capital Ashgabat e outras cidades grandes. Isso é o resultado de mais de 70 anos de ateísmo forçado pelo governo da União Soviética, de 1917 a 1991. 

Os cristãos são um grupo muito pequeno no país, cerca de 1,2% da população, sendo que a maioria deles é de ortodoxos russos. Assim como muitos países da Ásia Central, o Turcomenistão enfrenta a emigração de russos. Isso não é compensado pelo aumento no número de cristãos ex-muçulmanos, que atualmente é de cerca de mil. Um dos maiores problemas para os cristãos no país é que há muita divisão e pouca cooperação entre as várias denominações. Infelizmente, isso faz com que a igreja seja muito fraca e fique sob o controle do governo. 

Não há liberdade de religião no Turcomenistão, embora haja afirmações em contrário na Constituição do país. O governo ditatorial do Turcomenistão usa um enorme corpo de agentes estaduais (polícia, serviços secretos, imãs locais) para monitorar de perto todas as atividades religiosas. Isso impôs tantas restrições à liberdade religiosa que pode-se dizer que ela não existe no Turcomenistão. Esse é o caso de todas as religiões, não só da fé cristã. Todas as atividades religiosas no Turcomenistão são monitoradas. Cristãos ocasionalmente têm que se reportar à delegacia de polícia para interrogatórios. 

Até mesmo igrejas russas ortodoxas e armênias apostólicas podem experimentar monitoramento nos cultos de domingo. A impressão e importação de material cristão é restringida. Cristãos ex-muçulmanos suportam o peso da perseguição tanto nas mãos do Estado como da família, amigos e comunidade. Nas igrejas que não são registradas, os cristãos enfrentam repetidas batidas policiais, ameaças, prisões e multas.  

As atividades da igreja enfrentam interferências e são dificultadas pela família dos convertidos, pela comunidade muçulmana local e pelas autoridades locais. Tem havido controle mais cerrado sobre a vida da igreja desde que uma nova lei sobre religião foi introduzida em 2016. 

A maioria dos cristãos pertence a minorias étnicas — principalmente russas. Segundo o censo de 2012, os turcomenos formam cerca de 85,6% da população do Turcomenistão, enquanto os uzbeques são 5,7%, os russos 5,1%, os azeris 1,2% e 3,5% outros. Exceto pela igreja nativa, o número total de cristãos no Turcomenistão quase não está crescendo. 

É provável que se os cidadãos nativos (que são muçulmanos) se converterem ao cristianismo, serão pressionados e, ocasionalmente, enfrentarão violência física da família, amigos e comunidade local para forçá-los a retornar à fé anterior. Alguns ex-muçulmanos são trancados pelas famílias por longos períodos, espancados e podem até mesmo ser expulsos de suas comunidades. Mulás locais pregam contra eles, aumentando a pressão. Como resultado, os cristãos ex-muçulmanos farão o possível para esconder a fé — eles se tornarão os chamados cristãos secretos.  

CENÁRIO ECONÔMICO 

O Estado é responsável pelo setor de produção e também controla o importante setor exportador. Como o país é rico em recursos como petróleo, gás natural e também em algodão e grãos, as pessoas que lidam com essas indústrias podem ganhar muito dinheiro. Comprar e comercializar monopólios é um meio de manter os preços bem abaixo do mercado mundial, mas também são pontos em que a corrupção entra. Pelo menos oito dos doze bancos nacionais são estatais e, como o Estado decide quais dívidas ministeriais são abolidas, a prática bancária é limitada. 

O desemprego e a taxa de pobreza permanecem em um nível muito alto e o crescimento considerável do PIB — per capita e em porcentagem — não melhorou as condições de vida de todos os cidadãos em igualdade de condições. A enorme queda no preço do petróleo desde 2014 teve um efeito bastante negativo na economia do Turcomenistão.  

CENÁRIO SOCIOCULTURAL 

Houve um pico no desemprego em 1999 quando a taxa estava em mais de 12,5%, mas melhorou acentuadamente desde então. Desde 2010, a taxa gira em torno de 4%. A corrupção é endêmica em todos os níveis de administração e governo. Os grupos de poder dentro do regime não têm interesse em perder a oportunidade de ganhar dinheiro. 

Graças ao antigo sistema soviético de educação, praticamente todos os cidadãos do Turcomenistão são alfabetizados. Isso significa que pessoas interessadas na mensagem cristã podem receber materiais em seu próprio idioma. As restrições impostas pelo governo, segundo as quais todos os materiais devem ser aprovados e apenas grupos registrados podem estar ativos, significam que a maior parte da distribuição deve ser feita de forma não oficial. 

O Turcomenistão tem uma má reputação no que diz respeito aos direitos humanos e suas prisões e campos de trabalho forçado estão superlotados. Literalmente, milhares de pessoas são mantidas em condições terríveis. O mais conhecido é o campo de trabalho de Seydi no deserto, a cerca de 40 quilômetros a noroeste da cidade de Turkmenabad, perto do rio Amu Darya e da fronteira com o Uzbequistão. Todos os anos há dias de anistia, quando centenas de prisioneiros são libertados. 

Em geral, os cristãos experimentam os mesmos problemas que todas as outras pessoas no país e não são alvo de marginalização econômica ou social. A única exceção a isso é a pressão do ambiente social (família, imãs locais, aldeões) sobre cristãos ex-muçulmanos. 

Os primeiros cristãos a entrarem na Ásia Central, incluindo o Turcomenistão, foram missionários nestorianos no século 4. A partir do século 5, houve grandes movimentos de povos da Ásia e Europa para o Turcomenistão, o que significou a chegada de uma tribo turca da Ásia Oriental chamada Oghuz (os ancestrais étnicos do turcomano). No século 8, o islã entrou na região, seguindo as trilhas da rota comercial da seda e os cristãos desapareceram do país. 

No século 16, o Turcomenistão tornou-se parte dos canatos de Khiva e Bucara, que influenciaram profundamente a cultura e a religião do país. O canato de Khiva foi um estado da Ásia Central que existiu na região histórica de Corásmia entre 1515 e 1920. O canato de Bucara foi um estado da Ásia Central que existiu do século 16 ao 18. 

A presença atual de cristãos no Turcomenistão data do século 19. Em 1867, o Império Russo expandiu seu território para a Ásia Central durante várias campanhas militares, conquistando os canatos de Khiva e Bucara. O regime trouxe russos étnicos que pertenciam principalmente à Igreja Ortodoxa Russa. Durante a Segunda Guerra Mundial, Joseph Stalin ordenou a deportação de um grande número de alemães, ucranianos, poloneses e coreanos para a Ásia Central. Com eles, outras denominações cristãs encontraram o caminho para o Turcomenistão. 

REDE ATUAL DE IGREJAS 

Não há no Turcomenistão comunidades de cristãos estrangeiros. 

As comunidades cristãs históricas são formadas pela Igreja Ortodoxa Russa (IOR), que já se acostumou às limitações impostas pelo governo e, portanto, não é perturbada. Os cultos de domingo podem ser monitorados, mas são conduzidos sem impedimentos e os membros podem se reunir. Impressão e importação de materiais cristãos são restritas. 

Os cristãos ex-muçulmanos suportam o peso da perseguição no Turcomenistão. Além do Estado, eles são pressionados pela família, amigos e comunidade. A pressão da comunidade é, de longe, a mais poderosa, pois domina a vida cotidiana. 

Depois dos convertidos do islamismo, as comunidades cristãs não tradicionais são o segundo grupo mais perseguido, principalmente quando as igrejas não são registradas. Elas enfrentam batidas policiais, ameaças, prisões e multas. 

Sobre nós

Uma organização cristã internacional que atua em mais de 60 países apoiando os cristãos perseguidos por sua fé em Jesus.

© 2022 Todos os direitos reservados

INÍCIO
LISTA MUNDIAL
DOE